Algumas fotos da semana em Taizé.....

Oi povo, espero que estejam a curtir a vossa ferias.
Desculpem-me de só agora colocar as fotos de Taizé é que tenho andado uma pouco ocupado.
Assim sendo fica aqui algumas das fotos.
Espero que gostem.....



Para me tentarem desculpar, aqui fica dois vídeos.
Desculpem-me, este dois vídeos foram gravadas por uma câmara fotográfica .....

Alguma imagens da Taizé. Do exterior da Igreja.

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Um dos muitos momentos vivido por nós em Taizé.

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.... E homem-câmara, não é muito bom.


Aquele abraço e boas pedaladas, alexjudoka_gmr.

Esperamos por vocês, dia 14 de Setembro; no sitio do costume a hora do costume.
Que tal deixarem um comentario , a gente agradece e responde.

Uma semana em Taizé



No dia 10 de Agosto o grupo de batedores da Oliveira foram enviados para Taizé, com o intuito de recolher informações.
Muitos soldados caíram por terra, bons companheiros, nomeadamente polacos, alemães, italianos, franceses, romenos, lituanos, brasileiros, ingleses e portugueses, mas no final o objectivo foi conseguido apesar dos vários obstáculos que se nos depuseram. :P
A experiência foi excelente, a semana passou a correr, os amigos ficaram para trás e as saudades vieram connosco.
Não queremos revelar muito do que acontece em Taizé, mas no geral é muito bom, existe muita actividade e por vezes é difícil parar para ver o que nos rodeia

Voltamos no dia 14 de Setembro e esperamos que o grupo queira voltar lá para ver o que os "batedores" viram...

Bjs e abraços para todos e espero que estejam todos tão entusiasmados para voltar ao grupo e iniciar o ano :D

Experiência de uma semana em Taizé...


Após algum tempo sem enviar qualquer post para o blog...deixo aqui algumas palavras sobre a experiência de Taizé.
As palavras não são minhas. No entanto, descrevem, de uma forma simples, a vida em Taizé...

"Uma semana em Taizé permite reler a vida quotidiana à luz do Evangelho: rezar juntos três vezes por dia, reflectir sobre as fontes da fé, trabalhar pelos outros.Todos os dias, os irmão da comunidade fazem uma introdução bíblica, seguida por um tempo de silêncio e de partilha em pequenos grupos....

Os workshops ajudam a aprofundar a relação entre a fé e a vida, no trabalho, na solidariedade, nos problemas da sociedade, na cultura, na procura da paz no mundo..."

in pascoaemsantiago2007.blogspot.com

PS:Para o ano estamos lá novamente =P

Meditação bíblica


Actos 15,7-9: Agir, compreender, colaborar
Pedro disse aos Apóstolos e aos Anciãos: «Irmãos, sabeis que Deus me escolheu, desde os primeiros dias, para que os pagãos ouvissem da minha boca a palavra do Evangelho e abraçassem a fé. E Deus, que conhece os corações, testemunhou a favor deles, concedendo-lhes o Espírito Santo como a nós. Não fez qualquer distinção entre eles e nós, visto ter purificado os seus corações pela fé.» (Actos 15,7-9)

Lucas passou muito tempo a preparar este capítulo 15 do livro dos Actos. Desde o capítulo 10 do mesmo livro que Pedro, Barnabé, Paulo e outros têm estado com os pagãos anunciando-lhes a Boa Nova. O leitor pode compreender de diferentes formas que este comportamento, tão chocante para outros judeus, é apenas pura obediência a Deus. É Deus quem está a agir, é ele que envia estes homens e desperta a fé nos não-judeus, para espalhar a todo o Universo a salvação que está em Jesus Cristo. Podiam surgir questões, nomeadamente para os judeus: como se pode isso harmonizar com a história do nosso povo, com a nossa «religião»? Mas, no final, todas as objecções, por muito legítimas que possam parecer, não foram suficientemente fortes face a esta única pergunta de Pedro: «Quem era eu para me opor a Deus?» (Actos 11,17).

Quando a Igreja se reuniu em Jerusalém, naquele que por vezes foi chamado o primeiro Concílio, não foi para decidir o que Deus tinha direito de fazer. Não é isso que é pedido à Igreja. O seu papel é discernir a acção de Deus e de se pôr em harmonia com ela. E o que se revela nestes capítulos-chave dos Actos é que Deus quer ir ao encontro de todos os seres humanos. A sua salvação deve chegar até aos confins do mundo (Actos 1,8). O leitor descobre que há em Cristo um potencial de universalidade que pode surpreender os próprios discípulos. Será que conhecemos antecipadamente tudo o que Cristo pode assumir? Saberemos antecipadamente o que significa o facto de que o Evangelho deve ser pregado a toda a criatura? A resposta dos Actos é clara: não. Os discípulos foram chamados a dar passos (como a visita de Pedro a Cornélio, no capítulo 10) cujas consequências e sentido só mais tarde puderam compreender. Também é assim na vida da Igreja: Deus conduz; abre novos caminhos, concilia aquilo que num primeiro olhar nos poderia parecer incompatível; só mais tarde se tem consciência do que aconteceu e talvez isso se possa então expressar. Essa segunda etapa é no entanto importante. Significa a aceitação consciente do projecto de Deus. É isso mesmo que significa esta expressão, que nos pode parecer estranha: «O Espírito Santo e nós próprios resolvemos…» (Actos 15,28).

- Alguma vez tive experiências que me abriram a Deus antes de eu me conseguir explicar a mim mesmo o sentido do que vivi?

- Que consequências tem o facto de acreditarmos que é Deus que conduz a vida da Igreja? O que exige isso aos colaboradores de Deus?