Santo e Feliz Natal


O Grupo de Jovens da Oliveira deseja, de forma especial, a todos os grupos de jovens, familiares e amigos um Santo e Feliz Natal!!!!




A nossa próxima reunião será no dia 3 de Janeiro...até lá...Festas felizes!!!!

Presépio 2008

Este ano o grupo de jovens voltou, mais uma vez, a construir o presépio na igreja da Nossa Senhora da Oliveira. Aqui está o álbum:

Presépio 2008

Hi GOD

Aqui ficam algumas das imagens...belos momentos...
Obrigado a todos.
Foi muito bom, não foi?




Espero que gostem.

Aquele abraço e boas pedaladas, alexjudoka_gmr
Até breve.

Eu pedi a Deus


Eu pedi a Deus que tirasse meu orgulho.
E Deus disse não!
Não Lhe cabia tirá-lo, mas a mim deixá-lo...

Eu pedi a Deus que me desse paciência.
E Deus disse não!
Ele disse que a paciência nasce das atribulações;
Ela não é concedida, é merecida...

Eu pedi a Deus que me concedesse felicidade.
E Deus disse não!
Ele disse que me daria Suas bênçãos;
A felicidade viria de mim mesmo...

Eu pedi a Deus que me poupasse do sofrimento.
E Deus disse não!
Ele disse que a dor afasta-me das ilusões da vida
e leva-me para mais perto d’Ele...

Eu pedi a Deus que me fizesse crescer minha vida espiritual.
E Deus disse não!
Ele me disse que eu deveria crescer sozinho,
mas Ele vai podar-me como um ramo, para que produza frutos...

Eu perguntei a Deus se Ele me ama.
E Deus disse sim!
Ele deu-me Seu Único Filho, que morreu por mim
E quer-me um dia no céu, pela minha Fé...

Então, pedi a Deus que me ajudasse
a amar os outros como Ele me ama.
E Deus disse:
"Finalmente compreendeste!"

Oi povo, uma reportagem fotográfica.

Oi povo, aqui fica um conjunto de imagens do torneio de ténis de mesa.
O grupo foi convidado a participar neste torneio pelo grupo de jovens de São Sebastião.
O Tadeu foi o nosso representante do grupo no torneio de ténis de mesa no Domingo.
Parabéns Tadeu, estivestes muito bem.


Espero que gostem.

Aquele abraço e boas pedaladas, alexjudoka_gmr
Até breve.

Ano Paulino – “…sois luz…”



"É que outrora éreis trevas, mas agora sois luz no Senhor. Procedei como filhos da luz – pois o fruto da luz está em toda a espécie de bondade, justiça e verdade – procurando discernir o que é agradável ao Senhor. (…) Por isso se diz: «Desperta, tu que dormes, levanta-te de entre os mortos, e Cristo te iluminará»"
Efésios 5, 8-10
  1. Onde está a fonte da Luz?
 
  1. Como nos tornamos luz?
 
  1. Como mantermos na luz?
 
  1. Somos luz para quê?

....hummmm....Deus...Quem é?!

 
 
...Queres saber de que cor são os sonhos de Deus?....
 
......Queres saber o lugar da morada de Deus?...........
 
 
.....Queres saber o segredo do coração de Deus?.....
Então inscreve-te no HI GOD!!!De que é que estás à espera?!!
E-mail para a inscrição: higod08@gmail.com 

Meditações de Taizé


Dezembro

Apocalipse 3,14-22: Um sim que permanece sim

Ao anjo da igreja de Laodiceia, escreve: «Isto diz o Ámen, a Testemunha fiel e verdadeira, o Princípio da Criação de Deus: ’Conheço as tuas obras: não és frio nem quente. Oxalá fosses frio ou quente. Assim, porque és morno - e não és frio nem quente - vou vomitar-te da minha boca. Porque dizes: ’Sou rico, enriqueci e nada me falta’ - e não te dás conta de que és um infeliz, um miserável, um pobre, um cego, um nu - aconselho-te a que me compres ouro purificado no fogo, para enriqueceres, vestes brancas para te vestires, a fim de não aparecer a vergonha da tua nudez e, finalmente, o colírio para ungir os teus olhos e recobrares a vista. Aos que amo, eu os repreendo e castigo. Sê, pois, zeloso e arrepende-te. Olha que eu estou à porta e bato: se alguém ouvir a minha voz e abrir a porta, eu entrarei na sua casa e cearei com ele e ele comigo.’ Ao que vencer, farei que se sente comigo no meu trono, assim como eu venci e estou sentado com meu Pai, no seu trono. Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas.» (Apocalipse 3,14-22)

Na última das sete mensagens enviadas por São João aos Cristãos da Ásia Menor, Cristo Ressuscitado descreve-se como o «Ámen», ou seja, como o «sim» definitivo de Deus aos seres humanos, mas também como o «sim» da humanidade em resposta a Deus (ver 2 Coríntios 1,19-20). No entanto, ele fala a uma comunidade que não está a viver este «sim» inteiramente. Assim como a reserva de água da sua cidade, os crentes não são frios nem quentes; eles estão satisfeitos consigo próprios e vivem numa espiritualidade medíocre. Este aviso de Cristo parece feito à medida para uma sociedade como a nossa, onde tantas possibilidades se estendem diante de nós, fazendo-nos correr o risco de esquecer aquilo que realmente importa, de saltarmos de uma coisa para outra em vez de fazermos compromissos profundos e a longo prazo.

Ao mesmo tempo, e paradoxalmente, os cristãos de Laodiceia têm uma imagem bastante elevada de si próprios; eles pensam que já «chegaram». Cristo diz-lhes que, na verdade, eles não têm nada. Ele não lhes diz isso com o objectivo de os condenar, mas, ao contrário, de os incentivar a pedir aquilo que lhes falta. Com efeito, se Deus dá livremente àqueles que vêm a si com as mãos abertas, é preciso, como condição prévia, que tomemos consciência das nossas necessidades. Aqueles que estão demasiadamente preenchidos com aquilo que pensam que adquiriram tornam-se incapazes de receber os dons de Deus (ver Lucas 18,9-14). Aqui o autor também faz uma referência implícita às características da cidade de Laodiceia, um centro económico com uma indústria têxtil e um hospital para tratar doenças dos olhos.

Em seguida, Cristo explica as razões das suas críticas utilizando um provérbio parecido com aqueles que podemos encontrar em muitas civilizações. O Antigo Testamento apresenta-nos um exemplo: «Porque o senhor repreende aquele a quem ama, assim como o pai ao filho a quem quer bem.» (Provérbios 3,12). Os pais que desejam uma vida plena para os seus filhos, não podem aceder a todos os seus desejos; às vezes têm de impor limites. Da mesma forma, embora Cristo seja sempre «sim», devemos perceber que, às vezes, esse «sim» é manifestado através de um «não» a comportamentos que podem ser nefastos.

A mensagem termina com duas promessas impressionantes. Deus nunca nos força a aceitá-lo, pois ele deseja uma relação de amor, e ninguém pode ser obrigado a dar ou a receber amor. Como um homem pobre, ele continua a bater à porta do nosso coração. Quando nós a abrimos, ele oferece-se para partilhar intimamente a sua própria vida connosco, expressa pela imagem clássica do banquete, mas aqui transposta para uma relação entre duas pessoas. Finalmente, promete que aqueles que permanecerem fiéis irão ocupar o seu próprio lugar e partilhar a sua própria autoridade, assim que ele tome o lugar daquele a quem chama «Pai». Um cristão é, assim, chamado a tornar-se um alter Christus, um outro Cristo, na plenitude de uma comunhão com o seu Senhor.

- De que forma somos nós «nem quente nem frio»? Como podemos redescobrir entusiasmo e vitalidade na nossa fé, tanto individualmente como em comunidade?

- Que experiências negativas me ajudaram a crescer espiritualmente? Alguma vez senti que a minha pobreza interior foi transformada pela presença de Deus?

- O que podemos fazer para abrir as portas do nosso coração a Cristo?

A caixinha dourada


Há algum tempo atrás, um homem castigou a sua filha de 3 anos por desperdiçar um rolo de papel de presente dourado.
O dinheiro era pouco naqueles dias, razão pela qual o homem ficou furioso ao ver a menina a embrulhar uma caixinha com aquele papel dourado e a colocá-la debaixo da árvore de Natal.
Apesar de tudo, na manhã seguinte, a menina levou o presente ao seu pai e disse: "Isto é para ti, Papá!"

Ele sentiu-se envergonhado da sua furiosa reacção, mas voltou a "explodir" quando viu que a caixa estava vazia.

Gritou e disse: "Tu não sabes que quando se dá um presente a alguém, coloca-se alguma coisa dentro da caixa?"

A menina olhou para cima, com lágrimas nos olhos, e disse: "Oh Papá, não está vazia. Eu soprei beijinhos para dentro da caixa. Todos para ti, Papá".

O pai quase morreu de vergonha, abraçou a menina e suplicou-lhe que lhe perdoasse.

Dizem que o homem guardou a caixa dourada ao lado da sua cama por anos e, sempre que se sentia triste, chateado, deprimido, pegava na caixa e tirava um beijo imaginário, recordando o amor que a sua filha ali tinha colocado.

De uma forma simples, mas sensível, cada um de nós tem recebido uma caixinha dourada, cheia de amor incondicional e beijos dos nossos pais, filhos, irmãos e amigos...

Ninguém tem uma propriedade ou posse mais bonita que esta.