Mais uns momentos, para recordar.

Dia Mundial da Juventude 16_03_08. Foi lindo como sempre!!!



Maio Jovem 17_05_08. Muito bom, eu amei.



Espero que gostem. Se gostarem ou não gostarem. deixem vosso comentários.

Aquele abraço e boas pedaladas, alexjudoka_gmr.

Maio Jovem - Um Sábado com Maria


No próximo Sábado, o Grupo de Jovens da Oliveira estará em diversos eventos.
Fica aqui a agenda do próximo sábado:

  • 10h - Pequeno Almoço na Medieval
  • 11h - Oração Mariana com a catequese adolescente
  • 17h - Reunião (Tema: "Desprendimento")
  • 19h - Eucaristia
  • 20h - Jantar (Elvis ou Cervejaria Guimarães)
  • 21h30 - Recitação do Terço junto ao monumento do Imaculado Coração de Maria (Liceu)
Um grande abraço...

Tema da próxima reunião: "Desprendimento"...




Naquele tempo, Jesus e os seus discípulos iam a caminho de Jerusalém, quando alguém Lhe disse: «Seguir-Te-ei para onde quer que fores». Jesus respondeu-lhe: «As raposas têm as suas tocas e as aves do céu os seus ninhos; mas o Filho do homem não tem onde reclinar a cabeça».
(Lc 9, 57-58)

«Jesus pede aos seus discípulos, a todos, um desprendimento habitual: a atitude firme de estar por cima das coisas que necessariamente se têm de usar. Para nós, que fomos chamados a seguir o Senhor sem sair do mundo, manter o coração desprendido dos bens materiais, sem deixar de usar o necessário, requer uma atenção constante, sobretudo numa época em que parece imperar o desejo de possuir e saborear tudo o que agrada aos sentidos e em que, para muitos – dá essa impressão –, esse é o principal fim da vida2. Viver a pobreza que Cristo nos pede requer uma grande delicadeza interior: nos desejos, no pensamento, na imaginação; exige que se viva com o mesmo espírito do Senhor.»
Francisco Fernandez Carvajal, in Falar com Deus

Tu sabes que sou teu amigo...

Esta é a leitura para hoje...
Retirada do evangelho segundo S. João.

Depois de terem comido, Jesus perguntou a Simão Pedro: «Simão, filho de João, tu amas-me mais do que estes?» Pedro respondeu: «Sim, Senhor, Tu sabes que eu sou deveras teu amigo.» Jesus disse-lhe: «Apascenta os meus cordeiros.»
Voltou a perguntar-lhe uma segunda vez: «Simão, filho de João, tu amas-me?» Ele respondeu: «Sim, Senhor, Tu sabes que eu sou deveras teu amigo.» Jesus disse-lhe: «Apascenta as minhas ovelhas.»
E perguntou-lhe, pela terceira vez: «Simão, filho de João, tu és deveras meu amigo?» Pedro ficou triste por Jesus lhe ter perguntado, à terceira vez: 'Tu és deveras meu amigo?' Mas respondeu-lhe: «Senhor, Tu sabes tudo; Tu bem sabes que eu sou deveras teu amigo!» E Jesus disse-lhe: «Apascenta as minhas ovelhas.
Em verdade, em verdade te digo: quando eras mais novo, tu mesmo atavas o cinto e ias para onde querias; mas, quando fores velho, estenderás as mãos e outro te há-de atar o cinto e levar para onde não queres.»
E disse isto para indicar o género de morte com que ele havia de dar glória a Deus. Depois destas palavras, acrescentou: «Segue-me!»

Tal como Pedro, deixemo-nos ser questionados por Jesus: "Tu és deveras meu amigo?"
Mas, como é que poderemos ser seus amigos? O que é que temos de fazer para sermos realmente, tal como Pedro, amigos de Jesus?

Santo Agostinho dá-nos algumas pistas...

Eis que o Senhor, depois da sua ressurreição, aparece de novo aos seus discípulos. Interroga o apóstolo Pedro, obriga-o a confessar o seu amor, ele que por medo, o havia negado três vezes. Cristo ressuscitou segundo a carne, e Pedro segundo o espírito. Como Cristo morreu sofrendo, Pedro morre negando. O Senhor Cristo ressuscitou de entre os mortos, e ressuscitou Pedro graças ao amor que este lhe tinha. Interrogou o amor daquele que se declarava agora abertamente, e confiou-lhe o seu rebanho.

Por conseguinte, que é que Pedro trazia a Cristo pelo facto de O amar? Se Cristo te ama, o benefício é para ti, não para Cristo. Se tu amas Cristo, o benefício é ainda para ti, não para ele. Entretanto, o Senhor Cristo, querendo mostrar-nos como os homens devem provar que O amam, revela-nos isso claramente: amando as suas ovelhas.

«Simão, filho de João, tu amas-me? – Amo-te – Apascenta as minhas ovelhas». E isso uma vez, duas vezes, três vezes. Pedro não diz mais nada a não ser o seu amor. Amemo-nos pois uns aos outros e amaremos Cristo.


VOA BEM MAIS ALTO


Não fiques na praia, com o barco amarrado,
E medo do mar!
Tudo aqui é miragem,
Mas na outra margem : alguém a esperar!

Como a onda que morre, sozinha na praia,
Não fiques brincando!
No ar confiante ensina o teu canto de ave voando!

Voa bem mais alto, livre sem alforge
Sem prata nem ouro,
Amando este mundo, esta vida que é campo,
E esconde um tesouro!

Ninguém te ensinou,mas no fundo tu sentes,
Asas p'ra voar!
Nem que o céu se tolde e as nuvens impeçam
Tu não vais parar!

Há gente vivendo,tranquila e contente,
Como eu já vivi!
És águia diferente, céu azul, cinzento,
Foi feito p'ra ti!

Voa bem mais alto......

Fátima Jovem 2008



D. António Marto, Bispo de Leiria-Fátima e presidente da celebração eucarística do Fátima Jovem exortou todos os presentes a procurarem o caminho da santidade.

No dia em que a Igreja celebra a Ascensão de Jesus ao Céu, D. António Marto sublinhou que, à semelhança do caminho percorrido por Jesus, “que subiu aos céus mas nunca nos abandona, (pois) Ele próprio disse “Eu ficarei sempre convosco”, todos os cristãos são convidados a dar “um sentido de elevação moral à nossa vida”.

“Precisamos de dar à nossa vida, à vida na sociedade, à vida no mundo uma elevação espiritual”, concluiu exortando em especial os jovens a “sair da banalidade e a mediocridade da vida”, “porque vos vai ser confiado o futuro da nossa sociedade”.

Esta solicitação “à não acomodação” havia sido já evidenciada por D. António quando saudou, no início da homilia, os jovens presentes no Santuário: “Salve, querida juventude católica de Portugal aqui presente, sinal de uma Igreja viva, alegre e jovem, que não quer envelhecer, não se quer deixar acomodar!”.


Maio- mês de Maria...O rosto da Mãe




Corria-se a volta à Itália em bicicleta. Na etapa da montanha, os ciclistas escalavam o monte com muita dificuldade. De repente, Bartali saiu do pelotão e, pedalando, pedalando, mantém a fuga e chega isolado a cortar a meta.
Fazem-se muitas perguntas, inúmeros comentários sobre a proeza. O próprio Bartali acabou por explicar o sucesso: Foi muito simples, estava cansado, como todos os meus companheiros. Levantei então a cabeça e olhando a linha do horizonte, divisei a saliência de uma pedra que parecia desenhar o rosto de minha mãe. Veio-me à cabeça a sua preocupação pelos meus irmãos mais novos. Eles precisavam que eu ganhasse aquela etapa. O prêmio dos Alpes era muito importante para lhes pagar os estudos. Foi como se eu tivesse tomado uma injeção de energia. Se soubessem como as minhas pernas começaram a pedalar?! Vamos, tenho que ganhar! disse para comigo próprio.
Quando cortei a meta no meio dos aplausos, senti que aquela etapa tinha sido ganha pela minha mãe.

Se ganhamos o Céu, é a nossa mãe do Céu que o ganha para nós. Não o ganhamos sem Ela. Ela puxa-nos para cima, e tem pressa de que o ganhemos. Nas várias etapas da nossa vida, sobretudo se são de montanha, reconheçamos o rosto de Maria, nossa mãe e causa da nossa esperança. Digamos-lhe muitas vezes, ao longo do dia: Minha Mãe, minha confiança.

Taizé, Meditação de Maio - "Nada nos falta"














O Senhor é meu pastor: nada me falta.
Em verdes prados me faz descansar
e conduz-me às águas refrescantes.
Ele reconforta a minha alma.

Ele guia-me por caminhos rectos, por amor do seu nome.
Ainda que atravesse vales tenebrosos,
de nenhum mal terei medo
porque Tu estás comigo.

A tua vara e o teu cajado dão-me confiança.
Preparas a mesa para mim
à vista dos meus inimigos;
ungiste com óleo a minha cabeça;
a minha taça transbordou.

Na verdade, a tua bondade e o teu amor
hão-de acompanhar-me todos os dias da minha vida,
e habitarei na casa do Senhor
para todo o sempre.
(Salmo 23)

Para muitos crentes através dos tempos, o salmo 23 tem ocupado lugar de eleição. A confiança serena desta oração, as imagens simples que utiliza (os prados, a água, a sombra, uma mesa) para expressar o modo como Deus acompanha os crentes através de grandes dificuldades, tornaram-no querido para muitos, e capaz de ser lido e relido em momentos muito diferentes da vida. Poucas orações nos parecem tão universais.

A imagem apresentada no primeiro versículo orienta todo o salmo: «O Senhor é meu pastor: nada me falta». Que força emana desta afirmação! «Nada» diz o salmista! Como é possível? – perguntamos nós. Logo a seguir, o texto faz-nos mergulhar num ambiente de frescura vivificante. O pastor sabe como fazer revigorar o seu rebanho, ao conduzi-lo aos locais onde se poderá alimentar. E, deste modo, faz avançar as suas ovelhas. A vida do rebanho reside num movimento que se renova sem cessar, constantemente retomado.

Os versículos seguintes evocam em duas ocasiões perigos importantes. É verdade: um pastor não afasta o seu rebanho do perigo, mas fá-lo atravessar pelo meio desse perigo. Em primeiro lugar, tratam-se de vales tenebrosos, de onde a morte parece não estar longe. Deus está lá, afirma o salmista, mas no escuro. Como se os olhos já não conseguissem ver nada, e apenas fôssemos capazes de ouvir. O cajado bate no chão, única prova para as ovelhas de que o pastor está sempre presente. Depois, há uma transição abrupta: Deus prepara uma mesa em que o crente se encontra à vista dos inimigos. O acolhimento é entusiástico. Deus consegue que não se trate de um confronto mas de uma autêntica festa.

Nos últimos versículos, o salmista encontra-se numa estrada: é a vida que parece retomar o seu curso «normal». Mas, em vez ser conduzido para a frente, o salmista é como que «empurrado» por trás. Os dons de Deus, a bondade e o amor, seguem-no até ao seu destino, a própria casa de Deus, onde o salmista poderá viver numa intimidade eterna com ele.

- A que acontecimentos ou situações da minha vida me fazem pensar as imagens presentes neste salmo?

- Como podemos avançar no meio das dificuldades? Como nos deixamos revigorar por Deus?