Amigo...

 
"Um amigo fiel é uma poderosa protecção; quem o encontrou, descobriu um tesouro. Nada se pode comparar a um amigo fiel, e nada se iguala ao seu valor..." Foi isto que encontrei no JOb...tesouros mais brilhantes do que o ouro mais fino...

Job + Musica



Xutos!!! Eu não podia deixar de passar esta música!!! Peço desculpa por estar a repetir o mesmo tipo de posts...

Abraços

Limpar Portugal

O grupo de jovens orgulha-se de comunicar que três elementos participaram na iniciativa "Limpar Portugal". Isabel, Nuno e o Luís estão de parabéns!!! Além de terem representado o grupo ajudaram também a tornar o nosso País mais limpo!!!

Abraços a todos!!!

Proposta de cinema-As quatro penas brancas



Passado no Sudão em 1898, este filme adaptado de uma obra de A.E.W. Mason é um filme épico sobre a história de um oficial inglês, Harry Faversham (Heath Ledger), que na véspera de embarcar para combater juntamente com o seu regimento, simplesmente abandona os seus homens.
Isto vindo de um jovem tenente, filho de um distinto general ao serviço do maior exército do mundo, cria suspeitas de cobardia por parte de todos, nomeadamente da sua belíssima noiva e dos seus amigos de longa data que lhe oferecem quatro penas brancas como símbolo de desonra e cobardia. Faversham decide redimir-se e arranja uma nova identidade, para passar anonimamente através de todo o norte de África e finalmente fazer frente ao medo que tanto o aterroriza e tornar-se no grande homem e militar que sempre esteve destinado a ser.

Noite PX

Olá a todos e JOb +:

Como foi anunciado nesta web, a uns tempos atrás, fica aqui a lembrança e mais algumas informações




NOITE PX - 27 de Março!

Os Grupos de Jovens da paróquia da Oliveira e da paróquia de São Sebastião, Arciprestado de Guimarães, vão promover no próximo dia 27 de Março, um encontro intitulado NOITE PX.

Pretende ser um momento de encontro de jovens na véspera da XXV Jornada Mundial da Juventude, bem como de preparação para a Semana Santa que se inicia no dia seguinte.
Assim sendo, propõe‐se momentos de oração e de encenação, inspirados na Paixão de Jesus Cristo.
Esta actividade tem início às 21h00 e realizar‐se‐á na Igreja de N.ªSr.ª da Oliveira (Guimarães, junto do Largo da Oliveira e da Praça de S. Tiago) e no Centro Paroquial desta mesma paróquia. A entrada é livre e aberta a todos os que desejarem participar.
Para mais informações podem consultar o site: http://noitepx.pt.vu/
Beijos as meninas.
Abraços ao meninos.
E que Deus e Maria esteja sempre convosco.
Em breve eu volto, pode ser!!!!
Aquele abraço e boas pedaladas, alexjudoka_gmr.
Xau ai.
Até já, sempre JOb +

Olá JOb +

Como estão todos?

Como e sabido dai 28 de Março celebramos as XXV Jornadas Mundiais da Juventude, como é normal, o Papa escreve uma masagem para os juvens de todo mundo reflectir e sentir durante o Domingo de Ramos. Assim deixe vos as mensagem:





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MENSAGEM DO PAPA BENTO XVI
PARA A XXV JORNADA MUNDIAL DA JUVENTUDE

(28 MARÇO 2010)

«Bom Mestre, que devo fazer para alcançar a vida eterna?» (Mc 10, 17)

Queridos amigos,

Celebra-se este ano o vigésimo quinto aniversário de instituição da Jornada Mundial da Juventude, desejada pelo Venerável João Paulo II como encontro anual dos jovens crentes do mundo inteiro. Foi uma iniciativa profética que deu frutos abundantes, permitindo às novas gerações cristãs encontrar-se, pôr-se à escuta da Palavra de Deus, descobrir a beleza da Igreja e viver experiências fortes de fé que levaram muitos à decisão de doar-se totalmente a Cristo.

Esta XXV Jornada representa uma etapa rumo ao próximo Encontro Mundial dos Jovens, que terá lugar no mês de Agosto de 2011 em Madrid, onde espero sejais numerosos a viver este evento de graça.

Para nos prepararmos para tal celebração, gostaria de vos propor algumas reflexões sobre o tema deste ano: «Bom Mestre, que devo fazer para alcançar a vida eterna?» (Mc 10, 17), tirado do episódio evangélico do encontro de Jesus com o jovem rico; um tema abordado já em 1985 pelo Papa João Paulo II numa belíssima Carta, a primeira dirigida aos jovens.

1. Jesus encontra um jovem

«Quando saía [Jesus], para se pôr a caminho – narra o Evangelho de São Marcos – aproximou-se dele um homem a correr e, ajoelhando-se, perguntou: “Bom mestre, que devo fazer para alcançar a vida eterna?”. Jesus disse-lhe: “Por que me chamas bom? Ninguém é bom, senão só Deus. Sabes os mandamentos: não matarás, não adulterarás, não roubarás, não levantarás falso testemunho, não defraudarás, honrarás teu pai e tua mãe”. Ele respondeu-lhe: “Mestre, tenho guardado tudo isto desde a minha juventude”. Jesus, fitando nele o olhar, sentiu afeição por ele, e respondeu-lhe: “Falta-te apenas uma coisa: vai, vende tudo o que tens, dá o dinheiro aos pobres e terás um tesouro no Céu; depois, vem e segue-me!”. Mas, ao ouvir tais palavras, anuviou-se-lhe o semblante e retirou-se pesaroso, pois tinha grande fortuna» (Mc 10, 17-22).

Esta narração exprime de maneira eficaz a grande atenção de Jesus pelos jovens, por vós, pelas vossas expectativas, pelas vossas esperanças, e mostra como é grande o seu desejo de vos encontrar pessoalmente e entrar em diálogo com cada um de vós. Com efeito, Cristo interrompe o seu caminho para responder ao pedido do seu interlocutor, manifestando plena disponibilidade àquele jovem, que é impelido por um ardente desejo de falar com o «Bom Mestre», para aprender dele a percorrer o caminho da vida. Com este trecho evangélico, o meu Predecessor queria exortar cada um de vós a «desenvolver o próprio diálogo com Cristo – um diálogo que é de importância fundamental e essencial para um jovem» (Carta aos jovens, n. 2).

2. Jesus fitou-o e sentiu afeição por ele

Na narração evangélica, São Marcos sublinha como «Jesus, fitando nele o olhar, sentiu afeição por ele» (Mc 10, 21). No olhar do Senhor, está o coração deste encontro muito especial e de toda a experiência cristã. Com efeito, o cristianismo não é primariamente uma moral, mas experiência de Jesus Cristo, que nos ama pessoalmente, jovens ou idosos, pobres ou ricos; ama-nos mesmo quando lhe voltamos as costas.

Comentando a cena, o Papa João Paulo II acrescentava, dirigindo-se a vós, jovens: «Faço votos por que experimenteis um olhar assim! Faço votos por que experimenteis a verdade de que Ele, Cristo, vos fixa com amor» (Carta aos jovens, n. 7). Um amor, que se manifestou na Cruz de maneira tão plena e total, que São Paulo escreve maravilhado: «Amou-me e entregou-se por mim» (Gl 2, 20). «A consciência de que o Pai nos amou desde sempre no seu Filho, de que Cristo ama cada um e sempre – escreve ainda o Papa João Paulo II – torna-se um ponto de apoio firme para toda a nossa existência humana» (Carta aos jovens, n. 7) e permite-nos superar todas as provas: a descoberta dos nossos pecados, o sofrimento, o desânimo.

Neste amor, encontra-se a fonte de toda a vida cristã e a razão fundamental da evangelização: se verdadeiramente encontrámos Jesus, não podemos deixar de o testemunhar àqueles que ainda não se cruzaram com o seu olhar.

3. A descoberta do projecto de vida

No jovem do Evangelho, podemos vislumbrar uma condição muito semelhante à de cada um de vós. Também vós sois ricos de qualidades, energias, sonhos, esperanças: recursos que possuís em abundância! A vossa própria idade constitui uma grande riqueza não apenas para vós, mas também para os outros, para a Igreja e para o mundo.

O jovem rico pergunta a Jesus: «Que devo fazer?» A estação da vida em que vos encontrais é tempo de descoberta: dos dons que Deus vos concedeu e das vossas responsabilidades. É, igualmente, tempo de opções fundamentais para construir o vosso projecto de vida. Por outras palavras, é o momento de vos interrogardes sobre o sentido autêntico da existência, perguntando a vós mesmos: «Estou satisfeito com a minha vida? Ou falta-me ainda qualquer coisa»?

Como o jovem do Evangelho, talvez vós vivais também situações de instabilidade, de perturbação ou de sofrimento, que vos levam a aspirar a uma vida não medíocre e a perguntar-vos: em que consiste uma vida bem sucedida? Que devo fazer? Qual poderia ser o meu projecto de vida? «Que devo fazer a fim de que a minha vida tenha pleno valor e pleno sentido?» (Ibid., n. 3).

Não tenhais medo de enfrentar estas perguntas! Longe de vos acabrunhar, elas exprimem as grandes aspirações, que estão presentes no vosso coração. Portanto, devem ser ouvidas. Esperam respostas não superficiais, mas capazes de satisfazer as vossas autênticas expectativas de vida e felicidade.

Para descobrir o projecto de vida que vos pode tornar plenamente felizes, colocai-vos à escuta de Deus, que tem um desígnio de amor sobre cada um de vós. Com confiança, perguntai-lhe: «Senhor, qual é o teu desígnio de Criador e Pai sobre a minha vida? Qual é a tua vontade? Desejo cumpri-la». Estai certos de que vos responderá. Não tenhais medo da sua resposta! «Deus é maior que os nossos corações e conhece tudo» (1 Jo 3, 20)!

4. Vem e segue-me!

Jesus convida o jovem rico a ir mais além da satisfação das suas aspirações e dos seus projectos pessoais, dizendo-lhe: «Vem e segue-me!». A vocação cristã deriva de uma proposta de amor do Senhor e só pode realizar-se graças a uma resposta de amor: «Jesus convida os seus discípulos ao dom total da sua vida, sem cálculos nem vantagens humanas, com uma confiança sem reservas em Deus. Os santos acolhem este convite exigente e, com docilidade humilde, põe-se a seguir Cristo crucificado e ressuscitado. A sua perfeição na lógica da fé, às vezes humanamente incompreensível, consiste em nunca se colocarem a si mesmos no centro, mas decidirem ir contra a corrente, vivendo segundo o Evangelho» (Bento XVI, «Homilia por ocasião das canonizações», in L'Osservatore Romano, 12-13/X/2009, pág. 6).

A exemplo de muitos discípulos de Cristo, acolhei também vós, queridos amigos, com alegria o convite a seguir Jesus, para viverdes intensa e fecundamente neste mundo. Com efeito, mediante o Baptismo, Ele chama cada um a segui-lo com acções concretas, a amá-lo sobre todas as coisas e a servi-lo nos irmãos. Infelizmente, o jovem rico não acolheu o convite de Jesus e retirou-se pesaroso. Não encontrara coragem para se desapegar dos bens materiais a fim de possuir o bem maior proposto por Jesus.

A tristeza do jovem rico do Evangelho é aquela que nasce no coração de cada um, quando não tem a coragem de seguir Cristo, de fazer a escolha justa. Mas nunca é tarde demais para lhe responder!

Jesus nunca se cansa de estender o seu olhar de amor sobre nós, chamando-nos a ser seus discípulos; a alguns, porém, Ele propõe uma opção mais radical. Neste Ano Sacerdotal, gostaria de exortar os jovens e adolescentes a estarem atentos para ver se o Senhor os convida a um dom maior, no caminho do sacerdócio ministerial, e a tornarem-se disponíveis para acolher com generosidade e entusiasmo este sinal de predilecção especial, empreendendo, com a ajuda de um sacerdote, do director espiritual, o necessário caminho de discernimento. Depois, não tenhais medo, queridos jovens e queridas jovens, se o Senhor vos chamar à vida religiosa, monástica, missionária ou de especial consagração: Ele sabe dar alegria profunda a quem responde com coragem.

E, a quantos sentem a vocação ao matrimónio, convido a acolhê-la com fé, comprometendo-se a lançar bases sólidas para viver um amor grande, fiel e aberto ao dom da vida, que é riqueza e graça para a sociedade e para a Igreja.

5. Orientados para a vida eterna

«Que devo fazer para alcançar a vida eterna?»: esta pergunta do jovem do Evangelho parece distante das preocupações de muitos jovens contemporâneos; porventura, como observava o meu Predecessor, «não somos nós a geração cujo horizonte da existência está completamente preenchido pelo mundo e pelo progresso temporal?» (Carta aos jovens, n. 5). Mas a questão acerca da «vida eterna» impõe-se em momentos particularmente dolorosos da existência, como quando sofremos a perda de uma pessoa querida ou experimentamos o insucesso.

Mas o que é a «vida eterna», de que fala o jovem rico? Jesus no-lo explica quando, dirigindo-se aos seus discípulos, afirma: «Hei-de ver-vos de novo; e o vosso coração alegrar-se-á e ninguém vos poderá tirar a vossa alegria» (Jo 16, 22). São palavras que indicam uma proposta sublime de felicidade sem fim: a alegria de sermos cumulados pelo amor divino para sempre.

O interrogar-se sobre o futuro definitivo que nos espera dá sentido pleno à existência, porque orienta o projecto de vida não para horizontes limitados e passageiros mas amplos e profundos, que levam a amar o mundo, tão amado pelo próprio Deus, a dedicar-se ao seu desenvolvimento, mas sempre com a liberdade e a alegria que nascem da fé e da esperança. São horizontes que nos ajudam a não absolutizar as realidades terrenas, sentindo que Deus nos prepara um bem maior, e a repetir com Santo Agostinho: «Desejemos juntos a pátria celeste, suspiremos pela pátria celeste, sintamo-nos peregrinos aqui na terra» (Comentário ao Evangelho de São João, Homilia 35, 9). Com o olhar fixo na vida eterna, o Beato Pier Giorgio Frassati – falecido em 1925, com a idade de 24 anos – dizia: «Quero viver; não ir vivendo!» e, numa fotografia a escalar uma montanha que enviou a um amigo, escrevera: «Rumo ao alto!», aludindo à perfeição cristã mas também à vida eterna.

Queridos jovens, exorto-vos a não esquecer esta perspectiva no vosso projecto de vida: somos chamados à eternidade. Deus criou-nos para estar com Ele, para sempre. Aquela ajudar-vos-á a dar um sentido pleno às vossas decisões e a dar qualidade à vossa existência.

6. Os mandamentos, caminho do amor autêntico

Jesus recorda ao jovem rico os dez mandamentos como condições necessárias para «alcançar a vida eterna». Constituem pontos de referência essenciais para viver no amor, para distinguir claramente o bem do mal e construir um projecto de vida sólido e duradouro. Também a vós, Jesus pergunta se conheceis os mandamentos, preocupando-vos em formar a vossa consciência segundo a lei divina, e se os pondes em prática.

Sem dúvida, trata-se de perguntas contra a corrente em relação à mentalidade contemporânea, que propõe uma liberdade desligada de valores, de regras, de normas objectivas, e convida a não colocar limites aos desejos do momento. Mas este tipo de proposta, em vez de conduzir à verdadeira liberdade, leva o homem a tornar-se escravo de si mesmo, dos seus desejos imediatos, de ídolos como o poder, o dinheiro, o prazer desenfreado e as seduções do mundo, tornando-o incapaz de seguir a sua vocação natural ao amor.

Deus dá-nos os mandamentos, porque nos quer educar para a verdadeira liberdade, porque quer construir connosco um Reino de amor, de justiça e de paz. Ouvi-los e pô-los em prática não significa alienar-se, mas encontrar o caminho da liberdade e do amor autênticos, porque os mandamentos não limitam a felicidade, mas indicam o modo como encontrá-la. No início do diálogo com o jovem rico, Jesus recorda que a lei dada por Deus é boa, porque «Deus é bom».

7. Temos necessidade de vós

Quem vive hoje a condição juvenil encontra-se a enfrentar muitos problemas resultantes do desemprego, da falta de referências ideais certas e de perspectivas concretas para o futuro. Às vezes pode-se ficar com a impressão de impotência diante das crises e derivas actuais. Apesar das dificuldades, não vos deixeis desencorajar nem renuncieis aos vossos sonhos! Pelo contrário, cultivai no coração desejos grandes de fraternidade, de justiça e de paz. O futuro está nas mãos de quem souber procurar e encontrar razões fortes de vida e de esperança. Se quiserdes, o futuro está nas vossas mãos, porque os dons e as riquezas que o Senhor guardou no coração de cada um de vós, plasmados pelo encontro com Cristo, podem dar esperança autêntica ao mundo! É a fé no seu amor que, tornando-vos fortes e generosos, vos dará a coragem de enfrentar com serenidade o caminho da vida e assumir as responsabilidades familiares e profissionais. Comprometei-vos a construir o vosso futuro através de percursos sérios de formação pessoal e de estudo, para servir o bem comum de maneira competente e generosa.

Na recente Carta Encíclica sobre o desenvolvimento humano integral, Caritas in veritate, enumerei alguns dos grandes desafios actuais que são urgentes e essenciais para a vida deste mundo: a utilização dos recursos da terra e o respeito pela ecologia, a justa repartição dos bens e o controle dos mecanismos financeiros, a solidariedade com os países pobres no âmbito da família humana, a luta contra a fome no mundo, a promoção da dignidade do trabalho humano, o serviço à cultura da vida, a construção da paz entre os povos, o diálogo inter-religioso, o bom uso dos meios de comunicação social.

São desafios a que sois chamados a responder para construir um mundo mais justo e fraterno. São desafios que requerem um projecto de vida exigente e apaixonante, no qual investir toda a vossa riqueza, segundo o desígnio que Deus tem para cada um de vós. Não se trata de realizar gestos heróicos ou extraordinários, mas de agir fazendo frutificar os próprios talentos e possibilidades, comprometendo-se a progredir constantemente na fé e no amor.

Neste Ano Sacerdotal, convido-vos a conhecer a vida dos santos, em particular a dos santos sacerdotes. Vereis que Deus os guiou, tendo encontrado o seu caminho dia após dia precisamente na fé, na esperança e no amor. Cristo chama cada um de vós a comprometer-se com Ele e a assumir as próprias responsabilidades para construir a civilização do amor. Se seguirdes a sua Palavra, também o vosso caminho se iluminará e vos conduzirá rumo a metas elevadas, que dão alegria e sentido pleno à vida.

Que a Virgem Maria, Mãe da Igreja, vos acompanhe com a sua protecção. Asseguro-vos uma lembrança particular na minha oração e, com grande afecto, vos abençoo.

Vaticano, 22 de Fevereiro de 2010

BENEDICTUS PP. XVI"

fonte:http://www.vatican.va/holy_father/benedict_xvi/messages/youth/documents/hf_ben-xvi_mes_20100222_youth_po.html

Beijos as meninas.

Abraços ao meninos.

E que Deus e Maria esteja sempre convosco.

Em breve eu volto, pode ser!!!!

Aquele abraço e boas pedaladas, alexjudoka_gmr.

Xau ai.

Até já, sempre JOb +

Revelação...


Hoje não vou pôr música... porque até agora ninguém pôs um post... Ta td a morrer lentamente ou q?? Ide nanar!!!! (pois é... isso é o q tão a fazer... Ups!!)

Hoje vou (a)postar (n)outro de post...
Na última oração de Taizé que se passou na Cedofeita, Porto, eu tive 1a pequena revelação... Isto não tem nada a ver com a reflexão, ou com a passagem que foi lida no dia...

O pessoal estava todo a cantar... E ao meu lado estava uma vela, olhei para ela e reparei q sempre q o vento passava, a chama diminuía, quase que se extinguia, mas dps voltava novamente ao seu estado normal. Havia momentos em q chama era grande...
E sem querer tive uma reflexão, a nossa vida é como 1a vela... Desde o momento em que os nossos pais e Deus a acende até ao momento q a chama se extingue.
Nos nossos momentos altos a chama é longa bela, o seu núcleo de um azul vivo... e nos nossos momentos baixos ela quase que se extingue, mas quando ultrapassamos as más experiencias a chama volta... mais viva como nunca e se juntarmos Cristo a essa equação é como juntar a chama da nossa vela à chama de uma tocha, a nossa chama quase que chega ao céu!!!

Esta analogia pode ser aplicada à nossa fé também,... mas isso eu deixo para vocês...

Continuação de bom estudo/trabalho
Abraços a todos :D

"Home is behind, the world ahead..."

Proposta de cinema-Big Fish


UMA AVENTURA TÃO GRANDE
COMO A VIDA

Edward Bloom (EWAN MCGREGOR), sempre foi um homem apaixonado e de uma extraordinária imaginação. Desde muito jovem que conta histórias surpreendentes da sua vida, que fascinam todos em seu redor, mas a sua fantástica existência representava um mistério para o seu próprio filho William que, preocupado com a saúde e a idade do seu pai, tenta descobrir a verdadeira história, separando os factos da ficção e o homem do mito.

Da imaginação do realizador Tim Burton ("Eduardo Mãos de Tesoura", "O Planeta dos Macacos"), O Grande Peixe é um conto surpreendente onde a realidade e a ficção se confundem numa aventura tão grande como a própria vida.

Job + Musica


Já agora aproveito Tiago...
Isto seria o JOB + sem os nossos talentos!!!!!!
"Longe em silêncio"

Leandro o menino maltratado

Ola malta resolvi por esta mensagem no nosso blog porque é uma cena que me revolta muito porque pelos vistos o menino de APENAS 12 anos atirou se ao rio porque era maltratado na escola agra ponha se no logar dela???onde esta a educação nas escolas deste país???onde esta educação dos pais daqueles que o maltratavam??sao perguntas que eu me faço a mim mesmo que será do nosso mundo daui a 30 ou 40 anos???vamos ser selvagens???nao faço ideia mas so peço a todas as pessoas que parem para pensar um pouco neste caso porque poderia ser um de nos ou ate mesmo um dos nossos filhos...
Um grande abraço aos meninos e as meninas um beijo..
Ficem bem

Eu fico assim sem o JOB

noitePX - 27 de Março de 2010


Eu vou....e tu?!!

Tempo Quaresmal

Cidade do Vaticano, 09 mar (RV) - Neste tempo quaresmal, Bento XVI nos indica nas práticas penitenciais – oração, esmola e jejum – os instrumentos para dispor-nos a celebrar melhor a Páscoa. Em particular, convida-nos a redescobrirmos o verdadeiro jejum cristão que nos abre a Deus e ao amor ao próximo. A esse propósito, repercorramos algumas meditações do Papa sobre o jejum quaresmal:

Uma "terapia" para curar tudo aquilo que nos impede de conformar-nos à vontade de Deus: Bento XVI sintetiza desse modo o significado do jejum no caminho quaresmal. "Como todos somos oprimidos pelo pecado e suas consequências – escreve o Pontífice em sua Mensagem para a Quaresma do ano passado – o jejum nos é oferecido como um meio para restabelecermos a amizade com o Senhor."

Além disso, o Papa ressalta que "jejuar voluntariamente nos ajuda a cultivar o estilo do Bom Samaritano". Escolhendo livremente "privar-nos de algo para ajudar os outros" – reitera Bento XVI – mostramos concretamente que "o próximo em dificuldade não nos é estranho":

"Encorajamo-nos reciprocamente a redescobrir e viver com renovado fervor o jejum não somente como prática ascética, mas também como preparação para a Eucaristia e como arma espiritual para lutar contra todo eventual apego desordenado a nós mesmos. Este período intenso da vida litúrgica nos ajude a distanciar-nos de tudo aquilo que distrai o espírito e a intensificar aquilo que alimenta a alma, abrindo-a ao amor a Deus e ao próximo." (Discurso à Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos, 13 de março de 2009)

O Papa constata que em nossos dias a prática do jejum "parece ter perdido um pouco do seu valor espiritual" e ter adquirido, sobretudo, "o valor de uma medida terapêutica como cuidado pelo próprio corpo". Ao invés, é preciso voltar à antiga prática penitencial, "que pode ajudar-nos a mortificar o nosso egoísmo e a abrir o coração ao amor a Deus e ao próximo":

"O jejum ao qual a Igreja nos convida neste tempo forte, não nasce certamente de motivações de ordem física, estética, mas nasce da exigência que o homem tem de uma purificação interior que o desintoxique da poluição do pecado e do mal, o eduque àquelas renúncias salutares que libertam o fiel da escravidão do próprio eu, o torne mais atento e disponível à escuta de Deus e a serviço dos irmãos." (Missa da Quarta-feira de Cinzas de 21 de fevereiro de 2007)

O verdadeiro jejum é finalizado a nutrir-se do "verdadeiro alimento" que é fazer a vontade do Pai – é ainda a reflexão do Santo Padre. Eis então que "o jejum do corpo se transforma em "fome e sede" de Deus". Em nosso tempo tão marcado pelas imagens e palavras, o Pontífice nos convida a darmos espaço à Palavra de Deus. Portanto, não basta somente o jejum do corpo:

"Parece-me que o tempo da Quaresma poderia também ser um tempo de jejum das palavras e das imagens, porque precisamos de um pouco de silêncio. Precisamos de um espaço sem o bombardeio permanente das imagens (...) de criar-nos espaços de silêncio e também sem imagens, para reabrir o nosso coração à imagem e Palavra verdadeiras." (Encontro com os párocos romanos, 7 de fevereiro de 2008) (RL)

A Fé

Por que é preciso acreditar para ser salvo?
«O Evangelho é poder de Deus para salvação de todo o crente» (Romanos 1,16). A salvação é a libertação do que desfigura, diminui, destrói a vida. E o poder de que Deus se serve para salvar é «o Evangelho de seu Filho» (Romanos 1,9). Este Evangelho, boa nova, revela Deus dando tudo: o seu perdão, a sua vida, a sua alegria. É por isso que a salvação não está reservada para os que preencheriam certos critérios. É para os bons e para os maus, os sábios e os loucos. Deus salva «todos os que crêem».

Será então a fé a condição para receber este dom de Deus? Se assim fosse, a minha vida, a minha felicidade, a minha salvação dependeriam ao fim e ao cabo de mim mesmo. O que decidiria tudo seria a minha aceitação ou a minha recusa. Esta ideia não corresponde ao que a Bíblia entende ser a fé. A fé não é um meio de que nos servimos para obter qualquer coisa. É uma realidade bem mais humilde, uma simples confiança, sempre cheia de espanto: sem que eu tenha obedecido a nenhuma condição, Deus restabelece-me na sua amizade.

A fé é quase nada, mal se discerne – pequena como um grão de mostarda, diz Jesus (Lucas 17,6). Ao mesmo tempo, é «mais preciosa que o ouro» (1 Pedro 1,7), «santíssima» (Judas 20). Com a esperança e a caridade, permanece para sempre (1 Coríntios 13,13). No séc. VII, Máximo, o Confessor, identifica fé com reino de Deus: «A fé é o reino de Deus sem forma visível, o reino é a fé que tomou forma segundo Deus.» E acrescenta que a fé realiza «a união imediata e perfeita do crente com Deus em quem crê». A fé não é um bilhete de entrada para o reino de Deus. Na própria fé, Deus está presente. Quem acredita e confia no Evangelho já está unido a Deus.

Antes da vinda de Cristo, a fé não era a atitude habitual para se ligar a Deus. Houve crentes excepcionais, como Abraão, e no momento decisivo da travessia do Mar Vermelho, «o povo acreditou no Senhor e em Moisés seu servidor» (Êxodo 14,31). Mas, no dia a dia, a fidelidade contava mais do que a fé. A comunidade da primeira aliança não era formada pelos «crentes», mas pelos «humildes», «os justos», «os santos» (Salmo 34). Foi com o Evangelho de Cristo que a fé, que até aí era uma excepção, se torna normal, a ponto de se poder chamar os discípulos de Jesus simplesmente «os crentes» (Actos 2,44).

Pois, desde que o evangelho revela o dom de Deus sem medida nem moderação, a salvação é oferecida gratuitamente. Já não há condições a preencher, basta crer. Ninguém é excluído do amor de Deus, segundo as palavras do apóstolo Paulo: «Pusemos a nossa esperança em Deus vivo, o Salvador de todos os homens, sobretudo dos crentes» (1 Timóteo 4,10).
Que fazer quando não consigo acreditar?
O Novo Testamento fala quase tanto da dúvida como da fé. Os apóstolos não estavam muito surpreendidos pela dificuldade em acreditar, pois sabiam que ela estava predita pelos profetas. Paulo e João citam a palavra de Isaías: «Senhor, quem acreditou na nossa mensagem?» (João 12,38 e Romanos 10,16). João acrescenta: «era o que Isaías tinha dito ainda: ‘Cegou-lhes os olhos e embotou-lhes o espírito, a fim de não verem com os olhos e não entenderem com o espírito’» (João 12, 39-40). Os quatro Evangelhos fazem todos referência a esta passagem de Isaías 6. A fé não é evidente.

O Evangelho de João mostra a fé no pano de fundo do seu oposto. Desde o início Cristo é ignorado: «Veio ao que era seu e os seus não o receberam» (João 1,10-11). É verdade que a certa altura, muitos seguiram Jesus. Mas, rapidamente, a maioria deixa de acreditar nele: «Muitos dos seus discípulos retiraram-se e já não andavam com ele» (João 6,66). Jesus não tenta agarrá-los. Constata: «Por isso é que vos disse: ‘Ninguém pode vir a mim se não lhe for concedido por meu Pai’» (João 6,65).

Cristo não procurou suscitar a adesão através da persuasão, pois a fé tem uma profundidade que ultrapassa a inteligência e as emoções. Enraíza-se nessas profundidades onde «o abismo chama outro abismo» (Salmo 42,8), onde o abismo da nossa condição humana toca no abismo de Deus. «Ninguém pode vir a mim, se o Pai, que me enviou, o não atrair» (João 6,44). A fé nasce inseparavelmente da actuação de Deus e da vontade humana. Ninguém acredita se não quiser. Também ninguém acredita sem que Deus o permita.

Se a fé é um dom de Deus e se nem todos acreditam, será que Deus afasta alguns? Na passagem onde João cita Isaías sobre a impossibilidade de crer, também transmite uma palavra de esperança de Jesus: «E eu, quando for levantado da terra, atrairei todos a mim» (João 12,32). Elevado sobre a cruz e elevado na glória de Deus, Cristo «atrai» como o Pai «atrai». Como é que ele faz para atingir todos os seres humanos? É impossível dizê-lo. Mas por que não havemos de confiar nele no que diz respeito àquilo que nos ultrapassa? Até à última página, o Evangelho de João mostra a fragilidade da fé. A dúvida de Tomé tornou-se proverbial. Mas o que é decisivo é que, sem acreditar, permanece na comunidade dos crentes – e evidentemente, estes não o expulsam! Tomé espera, o Ressuscitado mostra-se a ele, e ele acredita. Depois Jesus diz: «Bem-aventurados os que, sem terem visto, acreditam!» (João 20,29). A fé não é um feito. Vem inesperadamente, ninguém sabe como. É uma confiança que se espanta com ela própria.

Sou aquilo que tenho ou aquilo que faço?

Conta-se uma história que, estando às portas da morte, o imperador Alexandre “o Grande”, o temível conquistador, mandou chamar os seus generais à sua presença.
Queria que, aquando do seu funeral, fosse transportado pelos seus próprios médicos; que as suas riquezas fossem colocadas à beira do caminho, por onde o desfile fúnebre passasse e, por fim, que os seus braços fossem ao sabor do vento e bem à vista de todos durante todo o percurso.

Cartas para Deus


Um sincero conto de inspiração, esperança e redenção, "Cartas para Deus" é a história do que aconteceu quando o caminho da fé de um rapaz se cruza com a procura de um homem por sentido - o resultado de uma jornada transformadora que toca as vidas dos outros. Tyler Doherty(Tanner Maguire) é uma extraordinária criança de oito anos. Rodeada pelo amor da família e comunidade, e "armado" com a coragem da sua fé, ele enfrenta a sua batalha diária contra o cancro com bravura e graça. Para Tyler, Deus é um amigo, um professor e o verdadeiro correspondente - As orações de Tyler tomam a forma de cartas, que ele compõe e envia diariamente. As cartas são entregues pela mão de Brady McDaniels (Jeffrey S.S. Johnson) um carteiro que se encontra numa encruzilhada da sua vida. A primeiro, fica confuso e conflituoso sobre o que fazer com as cartas. À medida que o tempo passa ele começa a construir uma amizade com a família Doherty - começando a conhecer não só Tyler, mas a sua mãe (Robin Lively) carinhosa e forte, ainda que oprimida, a sua avó (Maree Cheatham) rija e o jovem irmão Ben (Michael Christopher Bolten) - em que cada um tenta manter-se forte contra dúvidas que provêem da curva caótica que as suas vidas deram. Movido pela coragem de Tyler, Brady percebe o que tem de fazer com as cartas, uma surpreendente decisão que transformará o coração dele e erguer os seus novos amigos e a comunidade - num hilariante acto de testamento para o contagioso efeito da inabalável fé de um rapaz contra todas as probabilidades. Inspirado numa história verdadeira, "Cartas para Deus" é uma história intimidante, comovedora e por vezes engraçada sobre o efeito estimulante da crença de uma criança na sua família, amigos e comunidade.

Publicado- Agência Ecclesia

E agora alguns videos das nossas Orações




E aqui vai mais uns videos do Encontro Ibérico de Taizé no Porto










Texto bíblico com comentários feitos pela comunidade de Taizé de Março:

Olá JOb +:
Com é normal hoje coloco o texto bíblico com os comentários feitos pela comunidade de Taizé.
Neste período da quaresma deixo vos esta meditação que requer disponibilidade em ouvir o teu coração para que as palavras sejam interiorizadas e que rejuvenesça o amor que Jesus sente por cada um de nós.

Posto isto: "Estas meditações bíblicas são sugeridas como meio de procura de Deus no silêncio e na oração, mesmo no dia-a-dia. Consiste em reservar uma hora durante o dia para ler em silêncio o texto bíblico sugerido, acompanhado de um breve comentário e de algumas perguntas. Em seguida constituem-se pequenos grupos de 3 a 10 pessoas, para uma breve partilha do que cada um descobriu, integrando eventualmente um tempo de oração.
2010"




Março

1 Coríntios 2,12: Conhecer os dons de Deus
Quanto a nós, não recebemos o espírito do mundo, mas o Espírito que vem de Deus, para podermos conhecer os dons da graça de Deus. (1 Coríntios 2,12)

Pobres Coríntios! Pensavam que tinham compreendido. Paulo tinha vindo para os ver. Passou muito tempo na sua cidade. Tinha fundado a sua comunidade. A sua forma de comunicar agradou-lhes. Da sua pregação retiveram algumas das suas fórmulas mais bem construídas, que eram fáceis de recordar. Depois o Apóstolo foi-se embora. Vieram outros pregadores. A confusão instalou-se nos seus espíritos. Certos comportamentos que alguns Coríntios julgaram incompatíveis com o Evangelho levaram-nos a escrever a Paulo. E depois, queriam que ele os esclarecesse sobre alguns pontos mais escuros e contestados e sobre como viver e rezar juntos.

Paulo respondeu enviando-lhes «a primeira carta aos Coríntios». Retoma vários slogans que deviam circular em Corinto: «Tudo me é permitido» (6, 12); «Os alimentos são para o ventre, e o ventre para os alimentos» (6, 13); «Sabemos que todos já estamos instruídos» (8, 1); «Seria bom para o homem abster-se da mulher» (7, 1).

Confrontado com a simplicidade do slogan, São Paulo procura introduzir outros elementos de apreciação. Sim, tinha dito sem dúvida aos Coríntios que não estavam mais sob a Lei, que todos os alimentos eram puros. Sim, tinha-lhes dito que tinham sido estabelecidos no conhecimento de Deus e tinha exaltado o celibato. Talvez lhes tivesse dito que já haviam ressuscitado com Cristo. Mas estas verdades, que os Coríntios tinham reduzido a slogans, deviam ser compreendidas e vividas com os outros. Os dons de Deus não podem ser compreendidos sem que haja uma profunda transformação de todo o nosso ser. Aqueles que entraram «no pensamento do Senhor» (2, 16) não voltam a pensar a realidade colocando-se a si próprios no centro. Sabem que pertencem a Deus (3, 21-23). Santificados, sabem que também são «chamados a ser santos» (1, 2) e não voltam a correr o risco de se instalarem na suficiência. Sabem ainda que os dons que receberam não lhes foram dados para que eles se pudessem exaltar num espírito de rivalidade e de competição, mas para construir a comunidade (8, 1; 14,4).

Paulo queria ajudar os Coríntios a conhecerem verdadeiramente os dons de Deus (2:12). É impressionante que não seja mais directo. Não há dúvidas de que tem consciência de que se iria contradizer se ditasse uma nova lei. Queria que os cristãos de Corinto aprendessem a pensar por eles mesmos, a adquirir este «discernimento» (Filipenses 1,9) que permite dirigir-se e crescer na única realidade que resiste (13,8).

- Se Paulo fosse mais autoritário no seu relacionamento com os cristãos de Corinto, o que mudaria na forma de conceber e de apresentar a fé cristã?

- Que conversão do coração e das mentalidades é necessária para se compreenderem os dons de Deus?


Beijos as meninas.

Abraços ao meninos.

E que Deus e Maria esteja sempre convosco.

Em breve eu volto, pode ser!!!!

Aquele abraço e boas pedaladas, alexjudoka_gmr.

Xau ai.

Até já, sempre JOb +





Oi JOb +


Olá a todos, como estão?

Hoje estava a passear pela internet, e vi um coisa interessante e resolvi colocar aqui, acho que é importante.

O Papa João Paulo II vai ser beatificado de 2 de Abril, pelas 18:00(hota local) na Basilica do Vaticano.



E também vou deixo um oração:

ORAÇÃO PEDINDO GRAÇAS POR INTERCESSÃO DO SERVO DE DEUS O PAPA JOÃO PAULO II

Ó Trindade Santa, nós vos agradecemos por ter dado à Igreja o papa João Paulo II e por ter feito resplandecer nele a ternura da vossa Paternidade, a glória da cruz de Cristo e o esplendor do Espírito de amor. Confiado totalmente na vossa infinita misericórdia e na materna intercessão de Maria, ele foi para nós uma imagem viva de Jesus Bom Pastor, indicando-nos a santidade como a mais alta medida da vida cristã ordinária, caminho para alcançar a comunhão eterna convosco. Segundo a vossa vontade, concedei-nos, por sua intercessão, a graça que imploramos, na esperança de que ele seja logo inscrito no número dos vossos santos. Amém.


Com aprovação eclesiástica

CARD. CAMILLO RUINI Vigário General do Santo Padre para a Diocese de Roma

© Libreria Editrice Vaticana


Acho que é um boa noticia, não sei se já sabiam mas prontos aqui fica este apontamento.

Ainda bem, merecia ter essa homenagem. Foi um Papa que todos amaram e amam.


Beijos as meninas.

Abraços ao meninos.

E que Deus e Maria esteja sempre convosco.

Em breve eu volto, pode ser!!!!

Aquele abraço e boas pedaladas, alexjudoka_gmr.

Xau ai.

Até já, sempre JOb +


Voluntariado_Caixinha de Oportunidades

Caixinha de Oportunidades é um projecto que se desenvolverá ao longo do ano 2010 e tem como destinatários jovens adolescentes de um meio sócio-económico mais desfavorecido do concelho de Cabeceiras de Basto.