Santo e Feliz Natal


O Grupo de Jovens da Oliveira deseja, de forma especial, a todos os grupos de jovens, familiares e amigos um Santo e Feliz Natal!!!!




A nossa próxima reunião será no dia 3 de Janeiro...até lá...Festas felizes!!!!

Presépio 2008

Este ano o grupo de jovens voltou, mais uma vez, a construir o presépio na igreja da Nossa Senhora da Oliveira. Aqui está o álbum:

Presépio 2008

Hi GOD

Aqui ficam algumas das imagens...belos momentos...
Obrigado a todos.
Foi muito bom, não foi?




Espero que gostem.

Aquele abraço e boas pedaladas, alexjudoka_gmr
Até breve.

Eu pedi a Deus


Eu pedi a Deus que tirasse meu orgulho.
E Deus disse não!
Não Lhe cabia tirá-lo, mas a mim deixá-lo...

Eu pedi a Deus que me desse paciência.
E Deus disse não!
Ele disse que a paciência nasce das atribulações;
Ela não é concedida, é merecida...

Eu pedi a Deus que me concedesse felicidade.
E Deus disse não!
Ele disse que me daria Suas bênçãos;
A felicidade viria de mim mesmo...

Eu pedi a Deus que me poupasse do sofrimento.
E Deus disse não!
Ele disse que a dor afasta-me das ilusões da vida
e leva-me para mais perto d’Ele...

Eu pedi a Deus que me fizesse crescer minha vida espiritual.
E Deus disse não!
Ele me disse que eu deveria crescer sozinho,
mas Ele vai podar-me como um ramo, para que produza frutos...

Eu perguntei a Deus se Ele me ama.
E Deus disse sim!
Ele deu-me Seu Único Filho, que morreu por mim
E quer-me um dia no céu, pela minha Fé...

Então, pedi a Deus que me ajudasse
a amar os outros como Ele me ama.
E Deus disse:
"Finalmente compreendeste!"

Oi povo, uma reportagem fotográfica.

Oi povo, aqui fica um conjunto de imagens do torneio de ténis de mesa.
O grupo foi convidado a participar neste torneio pelo grupo de jovens de São Sebastião.
O Tadeu foi o nosso representante do grupo no torneio de ténis de mesa no Domingo.
Parabéns Tadeu, estivestes muito bem.


Espero que gostem.

Aquele abraço e boas pedaladas, alexjudoka_gmr
Até breve.

Ano Paulino – “…sois luz…”



"É que outrora éreis trevas, mas agora sois luz no Senhor. Procedei como filhos da luz – pois o fruto da luz está em toda a espécie de bondade, justiça e verdade – procurando discernir o que é agradável ao Senhor. (…) Por isso se diz: «Desperta, tu que dormes, levanta-te de entre os mortos, e Cristo te iluminará»"
Efésios 5, 8-10
  1. Onde está a fonte da Luz?
 
  1. Como nos tornamos luz?
 
  1. Como mantermos na luz?
 
  1. Somos luz para quê?

....hummmm....Deus...Quem é?!

 
 
...Queres saber de que cor são os sonhos de Deus?....
 
......Queres saber o lugar da morada de Deus?...........
 
 
.....Queres saber o segredo do coração de Deus?.....
Então inscreve-te no HI GOD!!!De que é que estás à espera?!!
E-mail para a inscrição: higod08@gmail.com 

Meditações de Taizé


Dezembro

Apocalipse 3,14-22: Um sim que permanece sim

Ao anjo da igreja de Laodiceia, escreve: «Isto diz o Ámen, a Testemunha fiel e verdadeira, o Princípio da Criação de Deus: ’Conheço as tuas obras: não és frio nem quente. Oxalá fosses frio ou quente. Assim, porque és morno - e não és frio nem quente - vou vomitar-te da minha boca. Porque dizes: ’Sou rico, enriqueci e nada me falta’ - e não te dás conta de que és um infeliz, um miserável, um pobre, um cego, um nu - aconselho-te a que me compres ouro purificado no fogo, para enriqueceres, vestes brancas para te vestires, a fim de não aparecer a vergonha da tua nudez e, finalmente, o colírio para ungir os teus olhos e recobrares a vista. Aos que amo, eu os repreendo e castigo. Sê, pois, zeloso e arrepende-te. Olha que eu estou à porta e bato: se alguém ouvir a minha voz e abrir a porta, eu entrarei na sua casa e cearei com ele e ele comigo.’ Ao que vencer, farei que se sente comigo no meu trono, assim como eu venci e estou sentado com meu Pai, no seu trono. Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas.» (Apocalipse 3,14-22)

Na última das sete mensagens enviadas por São João aos Cristãos da Ásia Menor, Cristo Ressuscitado descreve-se como o «Ámen», ou seja, como o «sim» definitivo de Deus aos seres humanos, mas também como o «sim» da humanidade em resposta a Deus (ver 2 Coríntios 1,19-20). No entanto, ele fala a uma comunidade que não está a viver este «sim» inteiramente. Assim como a reserva de água da sua cidade, os crentes não são frios nem quentes; eles estão satisfeitos consigo próprios e vivem numa espiritualidade medíocre. Este aviso de Cristo parece feito à medida para uma sociedade como a nossa, onde tantas possibilidades se estendem diante de nós, fazendo-nos correr o risco de esquecer aquilo que realmente importa, de saltarmos de uma coisa para outra em vez de fazermos compromissos profundos e a longo prazo.

Ao mesmo tempo, e paradoxalmente, os cristãos de Laodiceia têm uma imagem bastante elevada de si próprios; eles pensam que já «chegaram». Cristo diz-lhes que, na verdade, eles não têm nada. Ele não lhes diz isso com o objectivo de os condenar, mas, ao contrário, de os incentivar a pedir aquilo que lhes falta. Com efeito, se Deus dá livremente àqueles que vêm a si com as mãos abertas, é preciso, como condição prévia, que tomemos consciência das nossas necessidades. Aqueles que estão demasiadamente preenchidos com aquilo que pensam que adquiriram tornam-se incapazes de receber os dons de Deus (ver Lucas 18,9-14). Aqui o autor também faz uma referência implícita às características da cidade de Laodiceia, um centro económico com uma indústria têxtil e um hospital para tratar doenças dos olhos.

Em seguida, Cristo explica as razões das suas críticas utilizando um provérbio parecido com aqueles que podemos encontrar em muitas civilizações. O Antigo Testamento apresenta-nos um exemplo: «Porque o senhor repreende aquele a quem ama, assim como o pai ao filho a quem quer bem.» (Provérbios 3,12). Os pais que desejam uma vida plena para os seus filhos, não podem aceder a todos os seus desejos; às vezes têm de impor limites. Da mesma forma, embora Cristo seja sempre «sim», devemos perceber que, às vezes, esse «sim» é manifestado através de um «não» a comportamentos que podem ser nefastos.

A mensagem termina com duas promessas impressionantes. Deus nunca nos força a aceitá-lo, pois ele deseja uma relação de amor, e ninguém pode ser obrigado a dar ou a receber amor. Como um homem pobre, ele continua a bater à porta do nosso coração. Quando nós a abrimos, ele oferece-se para partilhar intimamente a sua própria vida connosco, expressa pela imagem clássica do banquete, mas aqui transposta para uma relação entre duas pessoas. Finalmente, promete que aqueles que permanecerem fiéis irão ocupar o seu próprio lugar e partilhar a sua própria autoridade, assim que ele tome o lugar daquele a quem chama «Pai». Um cristão é, assim, chamado a tornar-se um alter Christus, um outro Cristo, na plenitude de uma comunhão com o seu Senhor.

- De que forma somos nós «nem quente nem frio»? Como podemos redescobrir entusiasmo e vitalidade na nossa fé, tanto individualmente como em comunidade?

- Que experiências negativas me ajudaram a crescer espiritualmente? Alguma vez senti que a minha pobreza interior foi transformada pela presença de Deus?

- O que podemos fazer para abrir as portas do nosso coração a Cristo?

A caixinha dourada


Há algum tempo atrás, um homem castigou a sua filha de 3 anos por desperdiçar um rolo de papel de presente dourado.
O dinheiro era pouco naqueles dias, razão pela qual o homem ficou furioso ao ver a menina a embrulhar uma caixinha com aquele papel dourado e a colocá-la debaixo da árvore de Natal.
Apesar de tudo, na manhã seguinte, a menina levou o presente ao seu pai e disse: "Isto é para ti, Papá!"

Ele sentiu-se envergonhado da sua furiosa reacção, mas voltou a "explodir" quando viu que a caixa estava vazia.

Gritou e disse: "Tu não sabes que quando se dá um presente a alguém, coloca-se alguma coisa dentro da caixa?"

A menina olhou para cima, com lágrimas nos olhos, e disse: "Oh Papá, não está vazia. Eu soprei beijinhos para dentro da caixa. Todos para ti, Papá".

O pai quase morreu de vergonha, abraçou a menina e suplicou-lhe que lhe perdoasse.

Dizem que o homem guardou a caixa dourada ao lado da sua cama por anos e, sempre que se sentia triste, chateado, deprimido, pegava na caixa e tirava um beijo imaginário, recordando o amor que a sua filha ali tinha colocado.

De uma forma simples, mas sensível, cada um de nós tem recebido uma caixinha dourada, cheia de amor incondicional e beijos dos nossos pais, filhos, irmãos e amigos...

Ninguém tem uma propriedade ou posse mais bonita que esta.

De 29 de Novembro a 20 de Dezembro : : Cabazes de Natal

O grupo de jovens da oliveira mais uma vez procede a uma recolha de alimentos para os mais necessitados.
Uma iniciativa conjunta com o grupo de S. Vicente de Paulo e com o grupo de catequese da N. S. da Oliveira.
A recolha proceder-se-á desde hoje dia 29 de Novembro até ao dia 20 de Dezembro.
Na semana de Natal, vamos colocar aqui o inventário dos alimentos que conseguimos angariar...
Podem deixar os alimentos junto à sacristia da Igreja da Nossa Senhora da Oliveira.


Ajudem-nos a ajudar os mais necessitados...enviem-nos alimentos...

olá a todos.

Nas minha viagem pela o Internet encontrei estas reflexões e quando as li achei muito interessante.
Por isso aqui vai.

Pensamento/Reflexão sobre Deus.
Da Existência de Deus Os argumentos relativos ao problema da existência de Deus têm sido viciados, quando positivos, pela circunstância de frequentemente se querer demonstrar, não a simples existência de Deus, senão a existência de determinado Deus, isto é, dum Deus com determinados atributos. Demonstrar que o universo é efeito de uma causa é uma coisa; demonstrar que o universo é efeito de uma causa inteligente é outra coisa; demonstrar que o universo é efeito de uma causa inteligente e infinita é outra coisa ainda; demonstrar que o universo é efeito de uma causa inteligente, infinita e benévola outra coisa mais. Importa, pois, ao discutirmos o problema da existência de Deus, nos esclareçamos primeiro a nós mesmos sobre, primeiro, o que entendemos por Deus; segundo, até onde é possível uma demonstração. O conceito de Deus, reduzido à sua abstração definidora, é o conceito de um criador inteligente do mundo. O ser interior ou exterior a esse mundo, o ser infinitamente inteligente ou não — são conceitos atributários. Com maior força o são os conceitos de bondade, e outros assim, que, como já notamos têm andado misturados com os fundamentais na discussão deste problema.
Demonstrar a existência de Deus é, pois, demonstrar, (1) que o universo aparente tem uma causa que não está nesse universo aparente como aparente (2) que essa causa é inteligente, isto é, conscientemente activa. Nada mais está substancialmente incluído na demonstração da existência de Deus, propriamente dita.
Reduzido assim o conteúdo do problema às suas proporções racionais, resta saber se existe no raciocínio humano o poder de chegar até ali, e, chegando até ali, de ir mais além, ainda que esse além não seja já parte do problema em si, tal como o devemos pôr.

Fernando Pessoa, in 'Ideias Filosóficas'

Data: 2008/09/30 09:00

Pensamento/Reflexão o Amor.
O Amor e a Vida O amor é uma imagem da nossa vida. Tanto o primeiro como a segunda estão sujeitos às mesmas revoluções e mudanças. A sua juventude é resplandecente, alegre e cheia de esperanças porque somos felizes por ser jovens tal como somos felizes por amar. Este agradabilíssimo estado leva-nos a procurar outros bens muito sólidos. Não nos contentamos nessa fase da vida com o facto de susbsistirmos, queremos progredir, ocupamo-nos com os meios para nos aperfeiçoarmos e para assegurar a nossa boa sorte. Procuramos a protecção dos ministros, mostrando-nos solícitos e não aguentamos que outrem queira o mesmo que temos em vista. Este estímulo cumula-nos de mil trabalhos e esforços que logo se apagam quando alcançamos o desejado. Todas as nossas paixões ficam então satisfeitas e nem por sombras podemos imaginar que a nossa felicidade tenha fim. No entanto, esta felicidade raramente dura muito e fatiga-se da graça da novidade. Para possuirmos o que desejámos não paramos de desejar mais e mais. Habituamo-nos ao que temos, mas os mesmos haveres não conservam o seu preço, como nem sempre nos tocam do mesmo modo. Mudamos imperceptivelmente sem disso nos apercebermos. O que já adquirimos torna-se parte de nós mesmos e sofreríamos muito com a sua perda, mas já não somos sensíveis ao prazer de conservar o adquirido. A alegria já não é viva, procuramos noutro lado que não naquele que tanto desejámos. Esta inconstância involuntária acontece com o tempo que, sem querermos, não perdoa: mexe no nosso amor e na nossa vida. Apaga sub-repticiamente dia-a-dia algo da nossa juventude e da nossa alegria, destruindo os nossos maiores encantos. Tornamo-nos mais circunspectos e juntamos negócios às paixões. O amor já não subsiste por si mesmo, indo alimentar-se de ajudas exteriores. Este estádio do amor corresponde àquela idade em que começamos a ver por onde devemos acabar com ele, mas não temos a força para acabar directamente. No declínio, no amor como no da vida, ninguém quer resolver-se a evitar a maneira de prevenir os desgostos que ainda estão por vir; ainda se vive para aceitar os males futuros, mas não para os rpazeres. Os ciúmes, a desconfiança, o medo de nos tornarmos maçadores e o medo que nos abandonem são males ligados à velhice do amor, tal como as doenças se agarram à demasiado longa duração da vida. Nesta idade, sentimo-nos viver, porque sentimos que estamos doentes, como só sabemos que estamos apaixonados quando sentimos as penas do amor. Só se sai do adormecimento das relações demasiado longas pelo enfado e pelo desgosto de ainda nos vermos agarrados. Enfim, de todas as decrepitudes, a do amor é a mais insuportável.

La Rochefoucauld, in 'Reflexões'

Data: 2008/04/30 09:00

Pensamento/Reflexão sobre a vocação.
Dá Tempo à Tua Vocação Nunca dês ouvidos àqueles que, no desejo de te servir, te aconselham a renunciar a uma das tuas aspirações. Tu bem sabes qual é a tua vocação, pois a sentes exercer pressão sobre ti. E, se a atraiçoas, é a ti que desfiguras. Mas fica sabendo que a tua verdade se fará lentamente, pois ela é nascimento de árvore e não descoberta de uma fórmula. O tempo é que desempenha o papel mais importante, porque se trata de te tornares outro e de subires uma montanha difícil. Porque o ser novo, que é unidade libertada no meio da confusão das coisas, não se te impõe como a solução de um enigma, mas como um apaziguamento dos litígios e uma cura dos ferimentos. E só virás a conhecer o seu poder, uma vez que ele se tiver realizado. Nada me pareceu tão útil ao homem como o silêncio e a lentidão. Por isso os tenho honrado sempe como deuses por demais esquecidos.

Antoine de Saint-Exupéry, in 'Cidadela'

Data: 2004/02/19 17:36

fonte: http://www.citador.pt/index.php

Espero que gostem.

Aquele abraço e boas pedaladas, alexjudoka_gmr
Até breve.

Para reflectir...Conversão de São Paulo e a nossa conversão...

Estando no ano paulino é natural falarmos sobre o momento mais importante da vida de S.Paulo...
A sua conversão!!!

É facto que já conhecemos a celebre história da queda do cavalo...
Mas...Será que alguma vez pensamos sobre o porquê dessa queda?

Leiamos com atenção:


Saulo, entretanto, respirando sempre ameaças e mortes contra os discípulos do Senhor, foi ter com o Sumo Sacerdote e pediu-lhe cartas para as sinagogas de Damasco, a fim e que, se encontrasse homens e mulheres que fossem desta Via, os trouxesse algemados para Jerusalém.
Estava a caminho e já próximo de Damasco, quando se viu subitamente envolvido por uma intensa luz vinda do Céu. Caindo por terra, ouviu uma voz que lhe dizia: “Saulo, Saulo, porque me persegues?” Ele perguntou: “Quem és Tu, Senhor?” Respondeu: “Eu sou Jesus, a quem tu persegues, Ergue-te, entra na cidade e dir-te–ão o que tens a fazer”.
Os seus companheiros de viagem tinham-se detido, emudecidos, ouvindo a voz mas sem verem ninguém. Saulo ergueu-se do chão, mas, embora tivesse os olhos abertos, não via nada. FOI necessário levá-lo pela mão, e, assim, entrou em Damasco onde passou três dias sem ver, sem comer nem beber.
Havia em Damasco um discípulo chamado Ananias. O Senhor disse-lhe: “Ananias!” Respondeu: “Aqui estou, Senhor!” O Senhor prosseguiu: “Levanta-te, vai à casa de Judas, na rua Direita e pergunta por um homem chamado Saulo de Tarso, que está a orar neste momento.”
Saulo, entretanto, viu numa visão um homem, de nome Ananias entrar e impor-lhe as mãos para recobrar a vista. Ananias respondeu: “Senhor, tenho ouvido muita gente falar desse homem e a contar todo o mal que ele tem feito aos teus santos em Jerusalém”E agora está aqui com plenos poderes dos sumos sacerdotes, para prender todos quantos invocam o teu nome” mas o Senhor disse-lhe: “Vai, pois esse homem é instrumento da minha escolha, para levar o meu nome perante os pagãos, os reis e os filhos de Israel. Eu mesmo lhe hei-de mostrar quanto ele tem de sofrer pelo meu nome.” Então, Ananias partiu, entrou na dita casa, impôs as mãos sobre ele e disse: “Saulo, meu irmão, foi o Senhor que me enviou, esse Jesus que te apareceu no caminho que vinhas, para recobrares a vista e ficares cheio do Espírito Santo”
Nesse instante, caíram-lhe uma espécie de escamas e recuperou a vista. Depois, levantou-se e recebeu o baptismo. (Act  9, 1-22)

O texto bíblico fala-nos de três momentos da vida de Paulo ou Saulo. O primeiro em que odiava e "respirava" a morte contra aqueles que seguiam Cristo. O segundo momento, um momento de transição ou passagem, em que há uma queda e um pequeno diálogo com Jesus. O terceiro momento em que Paulo renasce através do baptismo.

 Mas falta referir alguns pormenores...
O primeiro é o diálogo de Saulo, o "anti-cristo", com Jesus. Em que Jesus questiona Saulo sobre o porqê de o perseguir. Reparemos que não foi Saulo que começou o diálogo, mas sim, Jesus. Como no caso da Samaritana, de Zaqueu quem dá o primeiro passo é Jesus. 
O segundo pormenor é que a acção de Deus sobre Paulo não se resume a uma interpelação directa. No entanto, é um conjunto de acções em que o ser humano faz parte da acção salvífica de Deus. Estamos a falar de um certo senhor chamado Ananias...
O terceiro pormenor foi a humanidade de Ananias que sabendo o designio de Deus hesita na mesma porque sabia o quão temível era Saulo.

Por último reflectamos sobre o que de facto é a conversão para cada um de nós. Posteriormente, será que ainda necessitamos de conversão?
Por último, até que ponto vivemos a nossa conversão diariamente?

Terminando este post deixo uma sugestão de escreverem um compromisso de uma pequena conversão durante a semana....

oi gente boa, aqui fica uma noticia.

Já tens alguma coisa para o dia 13 de Dezembro?
Aqui fica uma sugestão.

" Hi-GOD

O grupo de Peregrinos vem por este meio convidar-vos a estarem presentes na iniciativa que está em preparação para o 13 de Dezembro próximo Hi-GOD - um dia com Deus. Trata-se de uma actividade com alguma dimensão cujo objectivo é explorar a relação com Deus entendendo-a não como um parênteses na nossa vida (quando vou à missa ou quando rezo), mas como algo que deve abarcar toda a nossa vida. O programa do dia será variado: oração, workshops, missões de rua, concerto… e contará com a colaboração de diversas entidades.
Tal como já havíamos feito na Noite UP’S, esperamos que esta actividade seja uma ajuda para uma vivência mais genuína da relação com Deus, adaptando-a aos nossos dias com criatividade, tentando reunir os diversos carismas existentes na nossa diocese.
Desde já vos convidámos a comparecer e a ajudar-nos na divulgação do evento a todos os grupos e pessoas individuais que possam manifestar interesse.
As inscrições podem ser feitas por Internet; as informações e demais pormenores estarão disponíveis na nossa página na Internet: www.hi-god.blogspot.com.

Esperamos por vocês! Juntem-se a nós na loucura da fé!"

Fonte: http://www.diocese-braga.pt/pastoraljovens/

Aqui fica o programa:

fonte:http://www.hi-god.blogspot.com/

Mais informações:
http://www.hi-god.blogspot.com/

Aquele abraço e boas pedaladas, alexjudoka_gmr
Até breve.

Um amigo de verdade


Um simples amigo nunca te viu chorar.
Um amigo de verdade tem os ombros molhados pelas tuas lágrimas.

Um simples amigo não sabe o nome dos teus pais.
Um amigo de verdade tem o telefone deles na agenda.

Um simples amigo traz uma garrafa de vinho para a tua festa.
Um amigo de verdade chega cedo, ajuda a cozinhar e fica mais tarde para ajudar a limpar.

Um simples amigo odeia quando tu ligas depois de ele se ter deitado.
Um amigo de verdade pergunta porque demoraste tanto para ligar.

Um simples amigo quer conversar sobre os teus problemas.
Um amigo de verdade procura ajudar-te nos problemas.

Um simples amigo, ao visitar-te, age como uma visita.
Um amigo de verdade abre o frigorífico e serve-se sozinho.

Um simples amigo pensa que a amizade acabou depois de uma discussão.
Um amigo de verdade sabe que não se acaba a amizade na primeira briga.

Um simples amigo espera que estejas sempre para ele.
Um amigo de verdade espera sempre estar para ti!

oi povo.

Olá a todos aqui fica algumas fotos do nosso aniversario.
Espero que gostem.



Aquele abraço e boas pedaladas, alexjudoka_gmr
Até breve.

São 7 Anos.

Era para ser colocada dia 11 de Novembro.

Oi povo.

Aqui fica o cartaz, alusivo ao nosso aniversário. Espero que gostem.

São 7 anos, onde convivemos, discutimos, onde partilhamos experiências.
Criando laços de amizade e união em torno de Maria e de Jesus.

Porque com isso fomos crescendo e amadurecendo, com as experiências de cada um.

Parabéns a cada UM de VOCÊS.
Porque isto, sem VOCÊS não teria graça.

Sejam felizes e gozem cada dia.




Aquele abraço e boas pedaladas, alexjudoka_gmr

Novembro :: Mês de São Martinho




Martinho era um valente soldado romano que estava a regressar da Itália para a sua terra, algures em França.

Montado no seu cavalo estava a passar num caminho para atravessar uma serra muito alta, chamada Alpes, e, lá no alto, fazia muito, muito frio, vento e mau tempo.

Martinho estava agasalhado normalmente para a época: tinha uma capa vermelha, que os soldados romanos normalmente usavam.

De repente, aparece-lhe um homem muito pobre, vestido de roupas já velhas e rotas, cheio de frio que lhe pediu esmola.

Infelizmente, Martinho não tinha nada para lhe dar. Então, pegou na espada, levantou-a e deu um golpe na sua capa. Cortou-a ao meio e deu metade ao pobre.

Nesse momento, de repente, as nuvens e o mau tempo desapareceram. Parecia que era Verão!
Foi como uma recompensa de Deus a Martinho por ele ter sido bom.

É por isso que todos os anos, nesta altura do ano, mesmo sendo Outono, durante cerca de três dias o tempo fica melhor e mais quente: é o Verão de São Martinho

O pote rachado


Um carregador de água na Índia levava dois potes grandes, ambos pendurados em cada ponta de uma vara a qual ele carregava atravessada em seu pescoço.

Um dos potes tinha uma rachadura, enquanto o outro era perfeito e sempre chegava cheio de água no fim da longa jornada entre o poço e a casa do chefe. O pote rachado chegava apenas pela metade.

Foi assim por dois anos, diariamente. O carregador entregando um pote e meio de água na casa de seu chefe. Claro, o pote perfeito estava orgulhoso de suas realizações. Porém, o pote rachado estava envergonhado de sua imperfeição, e sentindo-se miserável por ser capaz de realizar apenas a metade do que ele havia sido designado a fazer. Após perceber que por dois anos havia sido uma falha amarga, o pote falou para o homem um dia à beira do poço:

- Estou envergonhado, e quero pedir-lhe desculpas.
- Por quê ? Perguntou o homem. De que você está envergonhado ?
- Nesses dois anos eu fui capaz de entregar apenas a metade da minha carga, porque essa rachadura no meu lado faz com que a água vaze por todo o caminho da casa de seu senhor. Por causa do meu defeito, você tem que fazer todo esse trabalho, e não ganha o salário completo dos seus esforços, disse o pote.

O homem ficou triste pela situação do velho pote, e com compaixão falou:
- Quando retornarmos para a casa de meu senhor, quero que observes as flores ao longo do caminho.

De fato, à medida que eles subiam a montanha, o velho pote rachado notou nas flores selvagens ao lado do caminho, e isto deu-lhe ânimo.
Mas ao fim da estrada, o pote ainda se sentia mal porque tinha vazado a metade, e de novo pediu desculpas ao homem por sua falha. Disse o homem ao pote:

- Você notou que pelo caminho só havia flores no seu lado ? Eu, ao conhecer o seu defeito, tirei vantagem dele. Lancei sementes de flores no seu lado do caminho, e cada dia enquanto voltávamos do poço, você as regava. Por dois anos eu pude colher estas lindas flores para ornamentar a mesa de meu senhor. Se você não fosse do jeito que você é, ele não poderia ter esta beleza para dar graça à sua casa. Cada um de nós temos nossos próprios e únicos defeitos. Todos nós somos potes rachados. Porém, se permitirmos, o Senhor vai usar os nossos defeitos para embelezar a mesa de seu Pai. Na grandiosa economia de Deus, nada se perde. Nunca deveríamos ter medo dos nossos defeitos. Se os conhecermos, eles poderão causar beleza.

"Das nossas fraquezas, podemos tirar forças."

Banco Alimentar contra a fome - Distrito de Braga


Caros jovens,

Nos próximos dias 29 e 30 de Novembro vai realizar-se a campanha de
recolha de alimentos do Banco Alimentar.
Quem tiver disponibilidade para ajudar um bocadinho, por favor inscreva-se!!



A actividade irá ser realizada no armazém do Banco alimentar em Braga
Quem estiver disponível, por favor inscreva-se enviando um e-mail para o seguinte endereço:
balimentar.armazem@gmail.com

Abraço para todos e obrigado.

Existe sentido para a morte ou para o luto?


Há um sentido para a morte?
E para o luto?

Pelo meio do Outono, quando a flora despida de folhagem nos contagia de frio e, do céu, as lágrimas de chuva nos alimentam a nostalgia, acorremos aos cemitérios, por ritual ou sentimento profundo, para conviver com um passado apaziguado ou ainda fervilhante de dor. A morte é, pelo menos durante um dia, tema de reflexão pública. Mas, perante tal prática, será que aceitamos, de facto, a morte? Admitiremos, na verdade, a necessidade do luto? Sendo a única certeza que nos acompanha durante a vida, o seu termo, desejamos que nos venha colher lá bem longe em idade, quando já tivermos experimentado muitos dos doces sabores que a existência nos proporciona. Esta caminhada é regulada pelos afectos, um instinto de importância tão decisiva na vida quanto a necessidade de alimento que nos leva a estabelecer vínculos muito fortes, como o amor e a amizade, com determinadas pessoas. Cimentamos laços de partilha, emocionamo-nos com a sua sensibilidade e reagimos negativamente à sua indiferença. Os afectos são, portanto, a mola que nos impulsiona para a vida. Tendo consciência do seu valor particular e intenso, poderemos adivinhar os sentimentos experimentados por quem de súbito fica privado da pessoa que generosamente concede esta indispensável parcela de bem- estar. Numa sociedade que valoriza sobretudo o que é aparente, cada vez mais implacável para com quem justificada ou injustificadamente fraqueja, a derrota é sentida como inadmissível, mesmo a que nos é imposta pela própria vida. Reflictamos um pouco. A morte é sempre aceitável.
Sendo tão natural quanto a vida, é a sua consequência inevitável. Pode cruzar-se connosco em qualquer passo do caminho da nossa existência. Simplesmente acontece. Por isso, deveríamos recebê-la com serenidade, como um acto de reconhecimento pelos momentos de felicidade que tivemos o privilégio de desfrutar. Assim, o pensamento sobre a despedida da vida deixaria de constituir em nós uma obstinação, quantas vezes mórbida, sobre uma fatalidade para se transformar num tranquilo crepúsculo sobre o bem mais supremo que possuímos. Mas, aceitando deste modo a morte, deixaríamos de sofrer a perda de afectos que ela significa? Não. Em qualquer momento que sejamos apartados do prazer do amor ou da amizade em relação a uma pessoa querida, mesmo que seja previsível esse desfecho (como o caso extremo de uma doença terminal), existe um tempo de que necessitamos para transformar os belos momentos de partilha que com ela partilhámos em doces e suaves memórias. É o tempo do luto. Após o choque que sentimos com a notícia da perda, porque não estamos preparados emocionalmente para nos vermos privados de sentimentos tão importantes para a nossa estabilidade emocional, erguemos todas as barreiras de que dispomos para tentar não deixar fugir os afectos de dentro de nós. Negámos a realidade da perda, mesmo vendo-a perante os nossos olhos. “Como é possível que tal tenha acontecido?”, “Não pode ser verdade que tenha ocorrido tamanha tragédia!”: eis algumas das expressões da incredulidade em que necessitamos de acreditar. Tentamos, em vão, uma explicação para o que não tem solução.
A morte é injustificável. O tempo, no entanto, decorre. O telefone toca, mas no outro lado deixou de estar quem esperávamos. Na rua, ouvimos uma voz, vemos uma imagem, mas não correspondem às que desejávamos ouvir e ver. Quando finalmente sentimos ser irreversível esta ânsia de reencontro com a pessoa perdida, caímos num estádio de angústia profunda, de amputação, de verdadeira derrota perante a vida. É a dor lancinante da perda, o mais profundo sofrimento do luto. E o tempo prossegue, imparável. Embora experimentemos sentimentos, emoções e comportamentos estranhíssimos em relação ao que julgávamos que conhecíamos de nós próprios, embora nos sintamos quase a enlouquecer de saudade, acabamos, lá bem adiante, por reencontrar o ameno agrado que só a vida nos concede. É esta a expressão do luto saudável. É um caminho que não pode ser ultrapassado ou escamoteado. Tem de ser percorrido, passo a passo, com todo o tormento que implique, como uma demonstração da dimensão do amor perdido. E não pode ser um caminho exclusivo de solidão. Ainda que os sentimentos que nos ligavam ao ente querido nos sejam muito íntimos, não só nos devemos abrir à sociedade na partilha da dor do luto como esta tem a obrigação de nos aceitar e ajudar.

O que vale um amigo!!


O que é um verdadeiro amigo:

Disse um soldado ao seu comandante:
-"O meu amigo não voltou do campo de batalha. Meu comandante, solicito autorização para ir buscá-lo."
Respondeu o oficial:
-"Autorização negada!" "Não quero que você arrisque a vida por um homem que, provavelmente, está morto!"

O soldado ignorando a ordem saiu e uma hora mais tarde voltou mortalmente ferido, transportando o cadáver do seu amigo.
O oficial estava furioso:
-"Eu não lhe disse que ele estava morto?!"
-"Diga - me, valia a pena ir até lá para trazer um cadáver?"

E o soldado, moribundo, respondeu:
-"Claro que sim, meu comandante!
-Quando o encontrei, ele ainda estava vivo e disse-me:
- Tinha a certeza que virias!"

"Um amigo é aquele que chega quando todos já se foram."

Meditações de Taizé


Novembro

João 16,12-15: Espírito, conduz-nos para a verdade completa

Jesus disse aos seus discípulos: «Tenho ainda muitas coisas a dizer-vos, mas não sois capazes de as compreender por agora. Quando ele vier, o Espírito da Verdade, há-de guiar-vos para a Verdade completa. Ele não falará por si próprio, mas há-de dar-vos a conhecer quanto ouvir e anunciar-vos o que há-de vir. Ele há-de manifestar a minha glória, porque receberá do que é meu e vo-lo dará a conhecer. Tudo o que o Pai tem é meu: por isso é que eu disse: ‘Receberá do que é meu e vo-lo dará a conhecer’». (João 16,12-15)

Quando prepara os discípulos para a sua iminente partida, Jesus tranquiliza-os, dizendo-lhes para não irem carregados de bagagens, pois o essencial que eles devem absolutamente saber já lhes foi dado a conhecer (João 15,15). Convida-os a avançar com total confiança, pois em cada situação nova o Espírito que virá após Jesus há-de revelar-lhes o que devem saber.

Quando se deixa como legado uma nova ordem religiosa ou filosófica, há geralmente a preocupação de fornecer por escrito cuidadosas instruções. Jesus age de modo diferente. Deixa muito pouco. E, apesar de o que deixa ser insubstituível, confia sobretudo numa pessoa viva, o Espírito da Verdade, para recordar os discípulos, para os ajudar a manter vivo e a interiorizar o que legou. Esse Espírito irá iluminar o significado das suas palavras com a luz da sua morte e ressurreição. Desse modo, o Espírito irá «glorificar» Jesus.

O Espírito não nos guiará ao encontro de verdades inéditas, nem a um conhecimento que acrescentará algo ao que Jesus nos confiou. Não, o Espírito conduzir-nos-á ao interior da verdade completa, oferecendo-nos uma compreensão mais correcta desta verdade que é Jesus, tornando-nos conscientes do impacto que isso terá nas novas situações com que nos iremos deparar.

Ninguém, individualmente ou em grupo, será capaz de atingir toda esta verdade. Para a explorar, nenhuma tradição humana será suficiente. Precisaremos dos cristãos de outras culturas, de outras raças, de cristãos com outra história, para descobrir o que esta verdade inextinguível nos reserva e assim fundar a nossa vida em Cristo.

- Estarei pronto a reconhecer que a verdade completa sobre Jesus ainda se encontra à minha frente, que é necessário que me deixe conduzir? De que modo esse reconhecimento altera a minha maneira de dar testemunho da fé? E o que muda isso na minha relação com cristãos de outras tradições?

- Com as minhas humildes capacidades, como posso contribuir para um futuro ecuménico, no qual seremos mais capazes de testemunhar Cristo por permanecermos em união?

Eventos :: Sábado, 1 de Novembro

No próximo sábado é a festividade de todos os santos.
Assim, não haverá reunião do grupo de jovens.

Deixo aqui algumas sugestões para eventos:

-18h, Igreja da Nª Sra da Oliveira, Primeiro Sábado pelas irmãs da Aliança de Santa Maria
...Mais info: Devoção aos primeiros sábados

-22h, Igreja de S.Sebastião, Oração de Taizé pelo Grupo de Jovens Convivas de S. Sebastião
...Mais info: Taizé

Voltamos a ter reuniões no sábado seguinte, dia 8 de Novembro...
No dia 8 é para preparar as grandes festividades de mais um aniversário do nosso grupo de jovens...por isso não faltem!!

São Judas Tadeu

«São Judas Tadeu, nasceu em Caná de Galileia, na Palestina.
Era filho de Alfeu (ou Cléofas) e Maria Cléofas.
O pai, Alfeu, era irmão de São José e a mãe, prima-irmã de Maria Santíssima. Portanto, Judas Tadeu era primo-irmão de Jesus, tanto pela parte do pai como da mãe.
Um dos seus irmãos, Tiago, também foi chamado por Jesus para ser apóstolo.
Era chamado Tiago Menor para diferenciar do outro apóstolo Tiago que, por ser mais velho que o primeiro, era chamado Maior.
Judas Tadeu tinha 4 irmãos: Tiago, José, Simão e Maria Salomé.
O relacionamento da família de Judas Tadeu com o próprio Jesus Cristo, pelo que se consegue perceber na Bíblia é o seguinte:
Alfeu (Cléofas) era um dos discípulos a quem Jesus apareceu no caminho de Emaús, no dia da ressurreição. Maria Cléofas, uma das piedosas mulheres que tinham seguido a Jesus desde a Galileia e permaneceram junto à Cruz, no Calvário, com Maria Santíssima. Dos irmãos dele, Tiago foi um dos 12 apóstolos, que se tornou o primeiro bispo de Jerusalém. José, apenas conhecido como o Justo. Simão foi o segundo bispo de Jerusalém, após Tiago. E Maria Salomé, a única irmã, foi mãe dos apóstolos Tiago Maior e João evangelista.
É de se supor que houve muita convivência de Judas Tadeu com o primo e os tios.
Esta fraterna convivência, além do parentesco, pode ter levado São Marcos a citar Judas e os irmãos, como irmãos de Jesus (Mc 6,3).
A Bíblia fala pouco de Judas Tadeu. Mas, aponta o seguinte:
Judas Tadeu foi escolhido por Jesus, para apóstolo. Quando os evangelhos nomeiam os doze escolhidos, consta sempre Judas ou Tadeu entre a relação.
O livro dos Actos dos Apóstolos também se refere a ele (Act 1,13). É citado especialmente nas Escrituras no episódio da santa Ceia, na quinta-feira santa, narrado por João evangelista (Jo 14,22).
Nesta oportunidade, quando Jesus confidenciava aos apóstolos as maravilhas do amor do Pai e lhes garantia especial manifestação de si próprio, Judas Tadeu não se conteve e perguntou:
"Mestre, por que razão hás-de manifestar-te só a nós e não ao mundo?"
Jesus respondeu-lhe afirmando que teriam manifestação d’Ele todos os que guardassem a Sua palavra e permanecessem fiéis ao seu amor.
São Mateus e São Marcos citam-no com o nome de Tadeu, como se tivessem receio de usar o primeiro nome, evitando a possível confusão com o nome do renegado traidor.
Mesmo assim a confusão fez-se, e por muitos anos ele ficou esquecido dos devotos. Até mesmo aqueles que procuravam deturpar a pureza de Maria se agarravam à história de Judas Tadeu para sacrilegamente usar o termo "irmão", como um pejorativo, contra a mais pura das mulheres.
Depois que os Apóstolos receberam o Espírito Santo, no Cenáculo, em Jerusalém, iniciaram a construção da Igreja de DEUS, com a evangelização dos povos.
São Judas iniciou sua pregação na Galileia. Depois viajou para a Samaria e outras populações judaicas. Tomou parte no 1º Concílio de Jerusalém, realizado no Ano 50.
A seguir, foi evangelizar na Síria, Arménia e Mesopotâmia (actual Pérsia), onde ganhou a companhia de outro apóstolo, Simão, o "zelote", que evangelizava no Egipto.
A pregação e o testemunho de São Judas Tadeu e seus companheiros, foi realizado de modo enérgico e vigoroso,pedindo ao povo que destruíssem os falsos ídolos e aceitassem Jesus Cristo no coração, atraindo e cativando os pagãos e povos de outras religiões que se converteram ao cristianismo, quando foram alvo da inveja dos feiticeiros. Isso provocou a fúria invejosa de falsos pregadores, de feiticeiros e de ministros pagãos, que conseguiram incitar parte da população
contra São Judas Tadeu e São Simão que foram trucidados a golpes de machado, no dia 28 de Outubro do ano 70.
São Judas escolheu o martírio que o levaria à vida Eterna.
Certa vez, S. Brígida estava a rezar, quando teve uma visão de Jesus:
"Invocai com grande confiança o meu apóstolo Judas Tadeu. Prometo socorrer a todos quantos por seu intermédio a mim recorrerem".
S. Judas Tadeu mostrou que a sua adesão a JESUS CRISTO era completa e incondicional, testemunhando a sua fé com doação da própria vida.
Devido ao seu martírio, São Judas Tadeu é representado na sua imagens segurando um livro, simbolizando a palavra que anunciou, e um machado, o instrumento do seu martírio.
As suas relíquias actualmente são veneradas na Basílica de São Pedro, em Roma.
Santa Gertrudes e São Bernardo de Claraval entre muitos outros Santos, também foram fervorosos cultivadores do culto a São Judas Tadeu.
Santa Gertrudes escrevendo a sua biografia, conta que Jesus lhe apareceu aconselhando-a a invocar São Judas Tadeu, até nos "casos mais desesperados".
A partir de então, cresceu a fé do povo na especial intercessão do Santo, principalmente nos "casos impossíveis".
TADEU vem da palavra síria "THAD" que quer dizer: misericordioso, benigno.

Lectio Divina :: Domingo XXX



Evangelho segundo S. Mateus (22,34-40)
Naquele tempo, os fariseus, ouvindo dizer que Jesus tinha feito calar os saduceus, reuniram-se em grupo, e um doutor da Lei perguntou a Jesus, para O experimentar: «Mestre, qual é o maior mandamento da Lei?». Jesus respondeu: «‘Amarás o Senhor, teu Deus, com todo o teu coração, com toda a tua alma e com todo o teu espírito’. Este o maior e o primeiro mandamento. O segundo, porém, é semelhante a este: ‘Amarás o teu próximo como a ti mesmo’. Nestes dois mandamentos se resumem toda a Lei e os Profetas».

Meditação
Para Jesus, o fundamento da relação com Deus e com o próximo é o amor. Um amor solidário. Um amor entrega. Um amor que se torna lei de vida e de acção de todo o crente. Na síntese de Jesus do Decálogo transparece o seu próprio fundamento: toda a legislação, em Deus, tem o seu princípio no amor fraternal e recíproco. O sábado, tem então sentido, na ligação intrínseca à dimensão de Deus. Nesse dia, os judeus deviam dedicar-se por completo ao repouso e ouvir a leitura da Escritura. Com o tempo, esta normativa tornou-se uma carga insuportável, sobretudo, para os mais pobres, quando o sábado deixou de ser o dia da festa do Senhor, para ser um dia cheio de prescrições que impediam as pessoas de se movimentar, cozinhar, e inclusivamente, ajudar o mais necessitado. Jesus veio introduzir um novo sentido ao dia do Senhor com a sua morte e ressurreição. Com uma nova identidade. Um outro fundamento. Um outro amor fundante.

Como explicar o AMOR


Contam que, uma vez, se reuniram os sentimentos e qualidades dos homens em um lugar da terra.

Quando o ABORRECIMENTO havia reclamado pela terceira vez, a LOUCURA, como sempre tão louca, lhes propôs:

- Vamos brincar de esconde-esconde?

A INTRIGA levantou a sobrancelha intrigada e a CURIOSIDADE, sem poder conter-se, perguntou: Esconde-esconde? Como é isso?

- É um jogo, explicou a LOUCURA, em que eu fecho os olhos e começo a contar de um a um milhão enquanto vocês se escondem, e quando eu tiver terminado de contar, o primeiro de vocês que eu encontrar ocupará meu lugar para continuar o jogo. O ENTUSIASMO dançou seguido pela EUFORIA.

A ALEGRIA deu tantos saltos que acabou convencendo a DÚVIDA e até mesmo a APATIA, que nunca se interessava por nada.

Mas nem todos quiseram participar.

A VERDADE preferiu não esconder-se, para quê? Se no final todos a encontravam?

A SOBERBA opinou que era um jogo muito tonto (no fundo o que a incomodava era que a ideia não tivesse sido dela) e a COVARDIA preferiu não arriscar-se.

- Um, dois, três, quatro... - começou a contar a LOUCURA.

A primeira a esconder-se foi a PRESSA, que como sempre caiu atrás da primeira pedra do caminho.

A FÉ subiu ao céu e a INVEJA se escondeu atrás da sombra do TRIUNFO, que com seu próprio esforço, tinha conseguido subir na copa da árvore mais alta.

A GENEROSIDADE quase não consegue esconder-se, pois cada local que encontrava lhe parecia maravilhoso para algum de seus amigos - se era um lago cristalino, ideal para a BELEZA; se era a copa de uma árvore, perfeito para a TIMIDEZ; se era o voo de uma borboleta, o melhor para a VOLÚPIA; se era uma rajada de vento, magnífico para a LIBERDADE. E assim, acabou escondendo-se em um raio de sol.

O EGOÍSMO, ao contrário, encontrou um local muito bom desde o início. Ventilado, cómodo, mas apenas para ele.

A MENTIRA escondeu-se no fundo do oceano (mentira, na realidade, escondeu-se atrás do arco-íris), e a PAIXÃO e o DESEJO, no centro dos vulcões.

O ESQUECIMENTO, não recordo-me onde escondeu-se, mas isso não é o mais importante.

Quando a LOUCURA estava lá pelo 999.999, o AMOR ainda não havia encontrado um local para esconder-se, pois todos já estavam ocupados, até que encontrou um roseiral e, carinhosamente, decidiu esconder-se entre suas flores.

- Um milhão - contou a LOUCURA, e começou a busca.

A primeira a aparecer foi a PRESSA, apenas a três passos de uma pedra. Depois, escutou-se a FÉ discutindo com Deus no céu sobre zoologia.

Sentiu-se vibrar a PAIXÃO e o DESEJO nos vulcões.

Em um descuido encontrou a INVEJA, e claro, pode deduzir onde estava o TRIUNFO.

O EGOÍSMO, não teve nem que procurá-lo. Ele sozinho saiu disparado de seu esconderijo, que na verdade era um ninho de vespas.

De tanto caminhar, a LOUCURA sentiu sede, e ao aproximar-se de um lago descobriu a BELEZA.

A DÚVIDA foi mais fácil ainda, pois a encontrou sentada sobre uma cerca sem decidir de que lado esconder-se.

E assim foi encontrando a todos.

O TALENTO entre a erva fresca; a ANGÚSTIA em uma cova escura;

a MENTIRA atrás do arco-íris (mentira, estava no fundo do oceano);

e até o ESQUECIMENTO, a quem já havia esquecido que estava brincando de esconde-esconde.

Apenas o AMOR não aparecia em nenhum local.

A LOUCURA procurou atrás de cada árvore, em baixo de cada rocha do planeta, e em cima das montanhas.

Quando estava a ponto de dar-se por vencida, encontrou um roseiral.

Pegou uma forquilha e começou a mover os ramos, quando no mesmo instante, escutou-se um doloroso grito.

Os espinhos tinham ferido o AMOR nos olhos.

A LOUCURA não sabia o que fazer para desculpar-se chorou, rezou, implorou, pediu perdão e até prometeu ser seu guia.

Desde então, desde que pela primeira vez se brincou de esconde-esconde na terra: O AMOR é cego e a LOUCURA sempre o acompanha.

O que é a Fé...resultados de sondagem

Resultados da Sondagem sobre o que é a Fé :
  • Sentimento: 10%
  • Adesão: 5%
  • Encontro de Amor: 12%
  • Acreditar em algo: 71%
  • Carga que te complica a vida: 0%

Pelos resultados dá para aperceber que a Fé é algo "desfocado" já que a maioria respondeu "acreditar em algo" Não querendo dar uma definição mais firme ou mais específica sobre o que é de facto a Fé.

A definição da Fé pela igreja católica é a seguinte:
A fé é adesão pessoal, do homem todo, a Deus que se revela. Comporta uma adesão da inteligência e da vontade à Revelação que Deus fez de Si mesmo por suas acções e palavras
Outra possível definição sobre a Fé:
A fé é um dom sobrenatural de Deus. Para crer, o homem tem necessidade de auxílios interiores do Espírito Santo

Palavras de Gandhi


"Desconfio dos que professam a sua fé aos outros, sobretudo quando pretendem convertê-los. A fé não está feita para ser pregada, mas para ser vivida. Será assim que se propagará por si mesma. O conhecimento das coisas de Deus não se encontra nos livros. Pertence ao terreno da experiência vivida pessoalmente. Os livros são uma ajuda, às vezes são um obstáculo." (Mahatma Gandhi)

  • Concordas com a citação de Gandhi?
  • O que é para ti a fé?
  • De que forma podes viver a tua fé nos dias de hoje?

oi povo.

olá a todos:
Espero que o povo esteja tudo bem.
Vou deixar aqui o cartaz que fiz para o grupo.
Penso que vai ser afixado no próximo Sábado...
Espero que gostem.


Aquele abraço e boas pedaladas, alexjudoka_gmr.

Reunião "Vontade de Deus....e a minha vontade?!!"


Poderia começar este post com a seguinte citação:
"(...)seja feita a Vossa vontade assim na terra como no céu(...)"

Quantas vezes pensamos que a vontade de Deus e a minha própria vontade colidem? Mas será que realmente colidem?
Será que Deus impõe a sua vontade à nossa ou será o contrário eu imponho a minha vontade sobre a de Deus?
Muitas vezes pensamos isso...Mas até que ponto este pensamento está correcto?

Deixo aqui algumas frases...escolhe aquela que está mais de acordo com aquilo que achas da relação entre a tua vontade e a vontade de Deus...Tenta analisar o porquê de ter sido essa e não outra frase:

1. A vontade de Deus encontra o que há de melhor em mim.

2. Eu sei sempre o que quero

3. Eu tenho medo de Deus impor a sua vontade sobre mim.

4. Deus retira a minha liberdade e trata-me como uma marioneta.

5. Deus tem um destino para mim.

6. Para eu viver feliz tenho de adivinhar a vontade de Deus para mim.

7. Quando encontrar a vontade de Deus, não terei de fazer mais nenhuma pergunta a mim próprio.

8. A vontade de Deus é vida.

9. A vontade de Deus leva-me a um caminho que me leva ao inesperado.

10. Deus quer que eu seja feliz.

11. A vontade de Deus faz-me irresponsável.

12. A vontade de Deus apela para a minha liberdade e respeita-a


Estava a passear por umas web.

Oi Povo.
Hoje de manha estava a passear por um web.
E achei interessante esta reflexão ou pensamento, espero que gostem.

Pensamento/Reflexão

A Bíblia por Goethe
Discute-se muito e há-de continuar a discutir-se em torno das vantagens e inconvenientes da divulgação da Bíblia. Para mim o assunto é claro: será perniciosa, como sempre o foi, se for usada de modo dogmático e fantasista; e será útil, como sempre o foi, se for encarada de modo didático e sensível.
É minha convicção que a Bíblia se torna tanto mais bela quanto mais a entendemos, ou seja, quanto mais se percebe e simultaneamente se intui cada uma das palavras que vamos apreendendo como coisa geral e que aplicamos ao nosso caso como coisa particular teve um dia, em certa situação, em determinadas circunstâncias de tempo e de lugar, uma aplicação individual própria, específica, imediata.

Johann Wolfgang von Goethe, in 'Máximas e Reflexões'


Fonte:
http://www.citador.pt/pensar.php?op=10&refid=200310200828


Mais info:
http://www.citador.pt/index.php

Aquele abraço e boas pedaladas, alexjudoka_gmr.


Meditação biblica de Outubro


2 Reis 2,1-15: Transmitir o Espírito
Aconteceu que, quando o Senhor quis arrebatar Elias ao céu, num redemoinho, Elias e Eliseu partiram de Guilgal. Elias disse a Eliseu: «Fica aqui porque o Senhor envia-me a Betel.» Mas Eliseu respondeu-lhe: «Pelo Deus vivo e pela tua vida, juro que não te deixarei.» E desceram ambos a Betel.
Os filhos dos profetas que estavam em Betel saíram ao encontro de Eliseu e disseram-lhe: «Não sabes que o Senhor vai levar hoje o teu amo sobre a tua cabeça?» Ele respondeu: «Sim, eu sei. Calai-vos!»
Elias disse a Eliseu: «Fica aqui porque o Senhor envia-me a Jericó.» Ele respondeu: «Pelo Deus vivo e pela tua vida, juro que não te deixarei.» E, assim, chegaram a Jericó.
Os filhos dos profetas que estavam em Jericó saíram ao encontro de Eliseu e disseram-lhe: «Não sabes que o Senhor vai levar hoje o teu amo por sobre a tua cabeça?» Respondeu: «Sim, eu sei. Calai-vos!»
Elias disse a Eliseu: «Fica aqui porque o Senhor envia-me ao Jordão.» Mas Eliseu respondeu: «Pelo Deus vivo e pela tua vida, juro que não te deixarei.» E partiram juntos. Seguiram-nos cinquenta filhos dos profetas, que pararam ao longe, voltados para eles, enquanto Elias e Eliseu se detinham na margem do Jordão. Elias tomou o seu manto, dobrou-o e bateu com ele nas águas, que se separaram de um e de outro lado, de modo que passaram os dois a pé enxuto.
Tendo passado, Elias disse a Eliseu: «Pede o que quiseres, antes que eu seja separado de ti. Que posso fazer por ti?» Eliseu respondeu: «Seja-me concedida uma porção dupla do teu espírito.» Elias replicou: «Pedes uma coisa difícil. No entanto, se me vires quando estiver a ser arrebatado de junto de ti, terás aquilo que pedes; mas, se não me vires, não o terás.»
Continuando o seu caminho, entretidos a conversar, eis que, de repente, um carro de fogo e uns cavalos de fogo os separaram um do outro, e Elias subiu ao céu num redemoinho. Eliseu viu tudo isto e exclamou: «Meu pai, meu pai! Carro e condutor de Israel!» E não o voltou a ver mais. Tomando, então, as suas vestes, rasgou-as em duas partes.
Eliseu apanhou o manto que Elias deixara cair e, voltando, parou na margem do Jordão. Pegou no manto que Elias deixara cair, bateu com ele nas águas e disse: «Onde está agora o Senhor, o Deus de Elias? Onde está Ele?» Ao bater nas águas, estas separaram-se para um e outro lado, e Eliseu passou. Os filhos dos profetas que estavam em Jericó, vendo o que acontecera diante deles, exclamaram: «O espírito de Elias repousa sobre Eliseu.» E indo ao seu encontro, prostraram-se por terra diante dele. (2 Reis 2,1-15)

Entre as diferentes figuras que povoam a Bíblia, há duas que têm um lugar muito especial: Moisés e Elias. O facto dos dois aparecerem ao lado de Jesus quando ele foi transfigurado na montanha (Mateus 17,3) diz-nos muito sobre a sua importância. Eles resumem as duas correntes do testemunho bíblico que, para os cristãos, conduzem a Cristo: a Lei (os primeiros cinco livros da Bíblia) e os Profetas (os escritos destes homens inspirados que lembram a Israel o amor de Deus e as suas exigências). Mas se a Bíblia os celebra é para mostrar que eles não foram apenas homens admiráveis. Como verdadeiros colaboradores de Deus, souberam inspirar outras testemunhas e abrir assim caminhos para todo o seu povo. Por essa razão, as passagens sobre o final das suas vidas também ocupam um lugar importante: Josué continua a obra de Moisés e Eliseu a de Elias. Mesmo que estes segundos tenham sido pessoas menos originais e não tão notáveis como os seus predecessores, o seu papel não foi menos importante. A obra brilhante de Deus não se realiza graças a testemunhas isoladas, mas como uma espécie de tela tecida de testemunha em testemunha, onde continuamente homens e mulheres se inspiram uns nos outros.

No início do segundo livro dos Reis encontra-se a narração da partida de Elias (ele é levado para o céu num carro de fogo) e da entrada em cena de Eliseu (ele fica com o manto de Elias e continua o seu caminho de profeta). Tendo compreendido que ia partir brevemente, Elias pergunta a Eliseu o que pode fazer por ele. «Seja-me concedida uma porção dupla do teu espírito» responde Eliseu (v. 9), o que significa que pede a herança do filho mais velho. Apesar do pedido poder parecer arrojado, o seu verdadeiro sentido é profundo: Eliseu sabe ver em Elias não apenas a sua acção, mas aquilo que o anima interiormente. Vê nele um homem de Deus. Para Eliseu, continuar o trabalho de Elias significa ser animado pelo mesmo sopro de Deus. Depois, a narração diz-nos que Elias convida Eliseu a permanecer perto dele. É na proximidade que se vai viver a passagem de testemunho. Quando Elias é, de repente, arrebatado ao céu, Eliseu vê isso e, para expressar a sua dor, rasga as suas vestes (v. 12). Mas é nesse momento que Eliseu vê o manto de Elias caído no chão: ao apanhá-lo ele vai continuar o testemunho do seu predecessor.

- Como me interpela a história da vocação de Eliseu? Em que sentido somos nós como ele? E em que sentido somos diferentes?

- Quais as pessoas que mais me inspiraram na minha vida? De que forma pode a nossa vida inspirar a de outras pessoas?

Dia Arquidiocesano do Animador

Olá a todos aqui fica uma proposta para quem estiver interessado, em participar.
Na minha opinião acho que deve ser muito interessante.
Apareçam por lá é aqui perto.


Fonte:
http://www.diocese-braga.pt/pastoraljovens/?p=143


Ficha de inscrição:
http://www.diocese-braga.pt/pastoraljovens/download/dia_diocesano_animador_inscricao.pdf

+ Info:

Departamento de Pastoral de Jovens de Braga
Rua de S. Domingos 94B
4710‐435 BRAGA
Site: www.diocese‐braga.pt/pastoraljovens
Telf :253 213 180


Aquele abraço e boas pedaladas, alexjudoka_gmr.

Como fazer um post...


"Como se faz um post?"
  1. escrevem o endereço jovens-oliveira.blogspot.com
  2. no canto superior direito terá uma opção "iniciar sessão"
  3. escrevem o vosso mail e a respectiva password
  4. depois de entrarem na vossa conta tem outra opção "ver blogue" mais ou menos a meio da pagina, ao carregarem na hiperligação vão voltar a pagina inicial
  5. novamente vão ao canto superior direito e desta vez estará la o vosso username e ao lado tem outra opção "nova mensagem" carregam la
  6. depois escrevem o post
  7. para finalmente publicarem o post tem no canto inferior esquerdo "publicar mensagem"
  8. prontos!!! o vosso post esta publicado
  9. e depois para visualizarem a mensagem q fizeram basta simplesmente irem a pagina inicial
e cá estão 9 passos muito simples para criarem o vosso post (para + duvidas contactem-me, tentarei responder a todas as vossas perguntas... se possível :P )

continuação! fiquem bem