Via de Amor - Jesus é condenado

Hoje iniciamos uma caminhada...
Iremos acompanhar Cristo nos acontecimentos da sua paixão...


"Estou inocente do sangue deste homem. Isso é convosco."

Bavaroise de Amigos


Ingredientes:
  • 7 dias e 1 semana de estar com amigos
  • 3 vezes dizer asneiras
  • 5 faixas ouvir musica
Modo de preparação:
  1. Utilize um copo triturador e depois de cortar as asneiras aos pedaços bem como a quantidade indicada de estar com amigos, ponha-o a funcionar até conseguir um creme de aspecto homogéneo.
  2. Bata as 5 faixas de musica em castelo, misture tudo num movimento suave e abrangente.
  3. Leve ao congelador e retire uma hora antes de servir.
Servir com:
  • fruta fresca
  • Alegria

Bolo de sobremesa "Job"


Ingredientes:
  • 5 faixas ouvir música
  • 300 g fazer ginástica
  • 500 g Job
  • 200 g passear
Modo de preparação:
  1. Comece por bater as 5 músicas suavemente numa tina.
  2. Vá pulvilhando com Job, misturando num movimento alegre e reflexivo até chegar a uma mistura homogénea e cremosa.
  3. Adicione 300 g de ginástica e deixe a mistura repousar.
  4. Finalmente pulvilhe com 200 g de passeio sossegado pelo parque.
  5. Leve ao forno por 30 min.
Servir com:
  • Espírito de equipa
  • Jovialidade
  • Amor
  • Alegria

As pegadas de Deus


Um europeu viajava pelo deserto na companhia de um beduíno. Quando este se prostrou por terra para fazer a sua oração, o europeu começou a rir e disse:
-Você crê em Deus?
-Sim, creio.
-Mas, nunca o viu. Como pode adorá-lo se nem sabe que existe?
O beduíno ficou calado.
Mais adiante descobrem na areia as pegadas de um leão.
-Por aqui passou um leão.-comentou o europeu.
-Como é que você sabe, se não viu o leão?
-Ora quem não vê? Aí estão as suas pegadas.
Então o beduíno apontou para o sol nascente e disse:
-Lá estão as pegadas de Deus. Então porque é que não crê n'Ele?
E o europeu ficou sem resposta diante de tanta sabedoria.

Bolo "Põe sorriso"


Ingredientes:
  • 1 colher e meia de fotos
  • 1 kg de praia
  • 2 chávenas de chá de "não fazer nada"
Modo de preparação
  1. Misturar euforicamente as fotos com a praia.
  2. Levar ao frigorífico durante 30 minutos.
Cobertura
  1. Bater em castelo as 2 chávenas de não fazer nada.
Cubra o bolo da praia e fotos com não fazer nada em castelo.
Delicie-se!!!!!!!!!

O essencial


Um dia, um importante professor universitário, candidato ao prémio Nobel, famoso em todo o mundo, chegou às margens de um lago.
Pediu ao barqueiro que o levasse a dar um passeio na sua barca.
O homem aceitou e, quando já estavam longe das margens do lago, o sábio começou a interrogá-lo:
-Sabes história?
-Não.
-Então, um quarto da tua vida está perdida. Sabes astronomia?
-Não.
-Então, dois quartos da tua vida estão perdidos. Sabes filosofia?
-Não.
-Então, três quartos da tua vida estão perdidos.

De repente, levantou-se uma tremenda tempestade. O barco, no meio do lago, começou a agitar-se como uma casca de noz. Um vendaval muito forte. Gritando, o barqueiro perguntou ao professor:
-Sabes nadar?
-Não!
-Então, toda a sua vida está perdida!

Assado "Esqueça que está triste"


30 batatas "Vai ao cinema"
4 kg "Tocar viola"
Molho "vai dormir para esquecer"

Modo de procedimento:
  1. Marine os 4 kg de tocar viola com vai dormir para esquecer.
  2. Esta mistura deverá ficar a marinar durante uma noite.
  3. Aqueça o forno a 200 ºC e coloque os 4 kg tocar viola fatiada no forno.
  4. Por fim, acompanhe com batatas aloiradas "ir ao cinema"

No final delicie-se com um bolo "põe sorriso"

Aconselhamos que esta refeição seja acompanhada por um chianti de '59

Abraço a todos

Sementes...e frutos!

Um jovem sonhou que entrava numa grande loja. Havia um anjo por detrás do balcão. Perguntou o jovem: «Que vendes aqui?». O anjo respondeu delicadamente: «Tudo o que desejes!».
Então o jovem começou a lista das suas petições: «o fim de todas as guerras do mundo, mais justiça para os explorados, tolerância e generosidade para com os emigrantes, mais amor nas famílias, trabalho para os desempregados...
O anjo interrompeu-o: «Lamento muito, meu jovem. Não me compreendeste bem. Nós aqui não vendemos frutos, mas somente sementes.»

olá povo.

olá a todos.

Gente como prometi. aqui fica o filme que nos apresentamos a malta do 10º ano no dia 14 de Março.

video

Espero que gostem, eu gostei.

Aquele abraço e boas pedaladas, alexjudoka_gmr
Até breve.

Sociedade de competição


Vivemos numa sociedade competitiva. Isto é visível, por exemplo, no desporto, onde já não se trata de participar e divertir-se, mas de ganhar a todo custo. O adversário é um inimigo e o árbitro alguém que se procura enganar. O que importa é a vitória.
Também na sociedade em geral existe este espírito de competição. O cidadão compete com o vizinho, conseguindo mostrar um carro mais potente, a jovem quer ser como a vedeta da televisão; a criança compete com os colegas para ser o primeiro.
Não vou, de forma alguma, elogiar a mediocridade, como se os jogadores não devessem lutar para a vitória, como se o estudante não procurasse ter cada vez melhores notas, como se o cidadão não trabalhasse para ter muito sucesso na vida.
A competição, se for saudável, faz parte da vida. Cada qual recebeu de Deus mais ou menos talentos, que deve pôr a render, para que, quando o Senhor vier, lhe possa contar muitos sucessos. Quem recebeu um só, é esse que porá a render.
Um sábio da China disse tudo isto lindamente: "Se não puderes ser o sol, sê uma estrela; se não puderes ser uma estrela, sê uma fogueira no cimo da montanha; se não puderes ser uma fogueira, sê uma candeia que arde e alumia a tua casa."

Sentido da Vida


Um grande filósofo reflectia, dia após dia, acerca do sentido da vida. Tinha dedicado os melhores anos da sua vida à solução deste enigma. Tinha consultado os melhores sábios da humanidade. Tinha a sua biblioteca cheia de livros. Mas os anos iam passando e não encontrava a resposta à sua questão.
Uma tarde no jardim, reparou que a sua filha, de cinco anos, estava tranquilamente a brincar. Aproximou-se dela e perguntou-lhe:
-Catarina, por que é que estás neste mundo?
A menina olhou para ele, abraçou-o e respondeu imediatamente:
-Para te amar, pai, para te amar.
Conta-se que o filósofo ficou tão surpreendido que deixou cair ao chão o livro que tinha nas mãos.

  1. Por que é que Deus nos criou?
  2. Que sentido tem a vida do homem no mundo?

A resposta pode vir da boca de uma criança. Vivemos, de facto, para amar a Deus e ao próximo e ser felizes.

XXIV Jornada Mundial da Juventude








Mensagem do Sumo Pontífice para a XXIV Jornada Mundial da Juventude


Uma esperança firme e fiável em tempos de crise


O mundo precisa de "uma esperança firme e fiável"; não de "um ideal ou de um sentimento, mas de uma pessoa viva, Jesus Cristo". Escreve o Papa na mensagem para a XXIV Jornada Mundial da Juventude, que será celebrada nas várias dioceses a 5 de Abril, Domingo de Ramos.


"Pusemos a nossa esperança em Deus vivo" (1 Tm 4, 10)

Queridos amigos!

Celebraremos no próximo Domingo de Ramos, a nível diocesano, a XXIV Jornada Mundial da Juventude. Enquanto nos preparamos para esta celebração anual, penso de novo com profunda gratidão ao Senhor no encontro que se realizou em Sidney, em Julho do ano passado: encontro inesquecível, durante o qual o Espírito Santo renovou a vida de numerosíssimos jovens que se reuniram de todo o mundo. A alegria da festa e o entusiasmo espiritual, experimentados durante aqueles dias, foram um sinal eloquente da presença do Espírito de Cristo. E agora estamos encaminhados para o encontro internacional em programa para Madrid em 2011, que terá como tema as palavras do Apóstolo Paulo: "Enraizados e edificados em Cristo, firmes na fé" (cf. Cl 2, 7). Em vista deste encontro mundial dos jovens, queremos realizar juntos um percurso formativo, reflectindo em 2009 sobre a afirmação de São Paulo: "Pusemos a nossa esperança em Deus vivo" (1 Tm 4, 10), e em 2010 sobre a pergunta do jovem rico a Jesus: "Bom Mestre, que devo fazer para alcançar a vida eterna?" (Mc 10, 17).


A juventude tempo da esperança

Em Sidney, a nossa atenção concentrou-se sobre o que o Espírito Santo diz hoje aos crentes, e em particular a vós, queridos jovens. Durante a Santa Missa conclusiva, exortei-vos a deixar-vos plasmar por Ele para serdes mensageiros do amor divino, capazes de construir um futuro de esperança para toda a humanidade. A questão da esperança está, na realidade, no centro da nossa vida de seres humanos e da nossa missão de cristãos, sobretudo na época contemporânea. Todos sentimos a necessidade da esperança, não de uma esperança qualquer, mas sim de uma ersperança firme e de confiança, como eu quis ressaltar na Encíclica Spe salvi. Em particular, a juventude é tempo de esperanças, porque olha para o futuro com várias expectativas. Quando se é jovem alimentam-se ideais, sonhos e projectos; a juventude é o tempo no qual amadurecem opções decisivas para o resto da vida. E talvez também por isto é a estação da existência na qual emergem com vigor as perguntas fundamentais: por que estou na terra? Qual é o sentido do viver? Que será da minha vida? E ainda: como alcançar a felicidade? Por que o sofrimento, a doença e a morte? O que existe depois da morte? Perguntas que se tornam insuportáveis quando nos devemos confrontar com obstáculos que por vezes parecem insuperáveis: dificuldades nos estudos, falta de trabalho, incompreensões na família, crises nas relações de amizade ou na construção de um entendimento conjugal, doenças ou deficiências, carência de recursos adequados como consequência da actual difundida crise económica e social. Então perguntamos: de onde haurir e como manter viva no coração a chama da esperança?


Na raiz da "grande esperança"

A experiência demonstra que as qualidades pessoais e os bens materiais não são suficientes para garantir a esperança da qual o coração humano está em busca constante. Como escrevi na citada Encíclica Spe salvi, a política, a ciência, a técnica, a economia e qualquer outro recurso material sozinhos não são suficientes para oferecer a grande esperança que todos desejamos. Esta esperança "só pode ser Deus, que abraça o universo e nos pode propor e dar aquilo que, sozinhos, não podemos conseguir" (n. 31). Eis por que uma das consequências principais do esquecimento de Deus é a evidente desorientação que marca as nossas sociedades, com consequências de solidão e violência, de insatisfação e perda de confiança que não raro terminam no desespero. É clara e forte a chamada que nos vem da Palavra de Deus: "Maldito o homem que confia noutro, que da carne faz o seu apoio e cujo coração vive distante do Senhor. Assemelha-se ao cardo do deserto, que, mesmo que lhe venha algum bem, não o sente" (Jr 17, 5-6).

A crise de esperança atinge mais facilmente as novas gerações que, em contextos socioculturais privados de certezas, de valores e de sólidos pontos de referência, encontram-se a enfrentar dificuldades que são maiores do que as suas forças. Penso, queridos amigos, em tantos coetâneos vossos, feridos pela vida, condicionados por uma imaturidade pessoal que muitas vezes é consequência de um vazio familiar, de opções educativas permissivas e libertárias e de experiências negativas e traumáticas. Para alguns e infelizmente não são poucos a saída quase obrigatória é uma fuga alienante com comportamentos de risco e violentos, na dependência de drogas e álcool, e em muitas outras formas de mal-estar juvenil. Contudo, também em quem se vem a encontrar em condições difíceis por ter seguido conselhos de "maus mestres", não se apaga o desejo de amor verdadeiro e de autêntica felicidade. Mas como anunciar a esperança a estes jovens? Nós sabemos que só em Deus o ser humano encontra a sua verdadeira realização. O compromisso primário que interpela todos é portanto o de uma nova evangelização, que ajude as novas gerações a redescobrir o rosto autêntico de Deus, que é Amor. A vós, queridos jovens, que estais em busca de uma esperança firme, dirijo as mesmas palavras que São Paulo dirigia aos cristãos perseguidos na Roma de então: "Que o Deus da esperança vos encha plenamente de alegria e de paz na vossa crença, para que abundeis na esperança pela virtude do Espírito Santo" (Rm 15, 13). Durante este ano jubilar dedicado ao Apóstolo das Nações, por ocasião do bimilénio do seu nascimento, aprendamos dele a tornar-nos testemunhas credíveis da esperança cristã.


São Paulo testemunha da esperança

Encontrando-se imerso em dificuldades e provações de vários tipos, Paulo escrevia ao seu fiel discípulo: "Pusemos a nossa esperança em Deus vivo" (1 Tm 4, 10). Como tinha nascido nele esta esperança? Para responder a esta pergunta devemos partir do seu encontro com Jesus ressuscitado no caminho de Damasco. Nessa época Saulo era um jovem como vós, com cerca de vinte ou vinte e cinco anos, seguidor da Lei de Moisés e decidido a combater com todos os meios quantos ele considerava inimigos de Deus (cf. Act 9, 1). Quando estava a caminho de Damasco para prender os seguidores de Cristo, foi envolvido por uma luz misteriosa e ouviu chamar pelo nome: "Saulo, Saulo, por que me persegues?". Caindo por terra, perguntou: "Quem és Tu, Senhor?". E aquela voz respondeu: "Eu sou Jesus, a quem tu persegues!" (cf. Act 9, 3-5). Depois daquele encontro, a vida de Paulo mudou radicalmente: recebeu o Baptismo e tornou-se apóstolo do Evangelho. No caminho de Damasco, ele foi interiormente transformado pelo Amor divino que encontrou na pessoa de Jesus Cristo. Um dia escreverá: "A vida que agora vivo na carne, vivo-a na fé do Filho de Deus, que me amou e Se entregou a Si mesmo por mim" (Gl 2, 20). De perseguidor, tornou-se portanto testemunha e missionário: fundou comunidades cristãs na Ásia Menor e na Grécia, percorrendo milhares de quilómetros e enfrentando toda a espécie de peripécias, até ao martírio em Roma. Tudo por amor a Cristo.


A grande esperança está em Cristo

Para Paulo a esperança não é só um ideal ou um sentimento, mas uma pessoa viva: Jesus Cristo, Filho de Deus. Persuadido intimamente desta certeza, poderá escrever a Timóteo: "Pusemos a nossa esperança em Deus vivo" (1 Tm 4, 10). O "Deus vivo" é Cristo ressuscitado e presente no mundo. É Ele a verdadeira esperança: Cristo que vive connosco e em nós e que nos chama a participar na sua própria vida eterna. Se não estamos sozinhos, se Ele está connosco, aliás, se é Ele o nosso presente e o nosso futuro, por que temer? A esperança do cristão é portanto desejar "o Reino dos céus e a vida eterna como nossa felicidade, pondo toda a confiança nas promessas de Cristo e apoiando-nos, não nas nossas forças, mas no socorro da graça do Espírito Santo" (Catecismo da Igreja Católica, 1817).


O caminho rumo à grande esperança

Assim como um dia encontrou o jovem Paulo, Jesus deseja encontrar também cada um de vós, queridos jovens. Sim, antes de ser um nosso desejo, este encontro é um desejo profundo de Cristo. Mas alguns de vós poderiam perguntar: como posso eu, hoje, encontrá-l'O? Ou também, de que modo Ele se aproxima de mim? A Igreja ensina que o desejo de encontrar o Senhor já é fruto da sua graça? Quando na oração expressamos a nossa fé, também na obscuridade já O encontramos porque Ele se oferece a nós. A oração perseverante abre o coração para O acolher, como explica Santo Agostinho: "O Senhor nosso Deus quer que nas orações se exercite o nosso desejo, de modo que nos tornemos capazes de receber o que Ele pretende dar-nos" (Cartas 130, 8, 17). A oração é dom do Espírito, que nos torna homens e mulheres de esperança, e rezar mantém o mundo aberto a Deus (cf. Enc. Spe salvi, 34).

Dai espaço à oração na vossa vida! Rezar sozinho é bom, mas ainda melhor e mais proveitoso é rezar juntos, porque o Senhor garantiu que está presente onde estiverem dois ou três reunidos no seu nome (cf. Mt 18, 20). Existem muitas formas de se familiarizar com Ele; existem experiências, grupos e movimentos, encontros e itinerários para aprender assim a rezar e a crescer na experiência da fé. Participai na liturgia nas vossas paróquias e alimentai-vos abundantemente da Palavra de Deus e da participação activa nos Sacramentos. Como sabeis, ápice e centro da existência e da missão de cada crente e comunidade cristã é a Eucaristia, sacramento de salvação na qual Cristo se faz presente e doa como alimento espiritual o seu próprio Corpo e Sangue para a vida eterna. Mistério deveras inefável! Em volta da Eucaristia nasce e cresce a Igreja, a grande família dos cristãos, na qual se entra com o Baptismo e nos renovamos constantemente graças ao sacramento da Reconciliação. Depois, os baptizados, mediante a Crisma, são confirmados pelo Espírito Santo para viver como autênticos amigos e testemunhas de Cristo, enquanto os Sacramentos da Ordem e do Matrimónio os tornam preparados para realizar as suas tarefas apostólicas na Igreja e no mundo. A Unção dos enfermos, por fim, faz-nos experimentar o conforto divino na doença e no sofrimento.


Agir em sintonia com a esperança cristã

Queridos jovens, se vos alimentardes de Cristo e viverdes imersos n'Ele como o apóstolo Paulo, não podereis deixar de falar d'Ele, de O fazer conhecer e amar por tantos vossos amigos e coetâneos. Tendo-vos tornado seus fiéis discípulos, sereis assim capazes de contribuir para formar comunidades cristãs impregnadas de amor como aquelas das quais fala o livro dos Actos dos Apóstolos. A Igreja conta convosco para esta empenhativa missão: não vos desencoragem as dificuldades e as provas que encontrardes. Sede pacientes e perseverantes, vencendo a natural tendência dos jovens para a pressa, para querer tudo e já.

Queridos amigos, como Paulo, testemunhai o Ressuscitado! Fazei-O conhecer a quantos, vossos coetâneos ou adultos, estão em busca da "grande esperança" que dê sentido à sua existência. Se Jesus se tornou a vossa esperança, dizei-o também aos outros com a vossa alegria e com o vosso compromisso espiritual, apostólico e social. Habitados por Cristo, depois de ter posto n'Ele a vossa fé e de lhe ter dado toda a vossa confiança, difundi esta esperança ao vosso redor. Fazei escolhas que manifestem a vossa fé; mostrai que compreendestes as insídias da idolatria do dinheiro, dos bens materiais, da carreira e do sucesso, e não vos deixeis atrair por estas quimeras falsas. Não cedais à lógica do interesse egoísta, mas cultivai o amor ao próximo e esforçai-vos por colocar a vós mesmos e as vossas capacidades humanas e profissionais ao serviço do bem comum e da verdade, sempre prontos a responder "a quem vos perguntar a razão da vossa esperança!" (1 Pd 3, 15). O cristão autêntico nunca está triste, mesmo quando tem que enfrentar provas de vários tipos, porque a presença de Jesus é o segredo da sua alegria e da sua paz.


Maria Mãe da Esperança

Modelo deste itinerário de vida apostólica seja para vós São Paulo, que alimentou a sua vida de fé e esperança constantes seguindo o exemplo de Abraão, do qual escreve na Carta aos Romanos: "Ele mesmo, contra o que podia esperar, acreditou que havia de ser pai de muitas nações" (Rm 4, 18). Por estas mesmas pegadas do povo da esperança formado pelos profetas e pelos santos de todos os tempos nós prosseguimos rumo à realização do Reino, e no nosso caminho acompanhe-nos a Virgem Maria, Mãe da Esperança. Aquela que encarnou a esperança de Israel, que doou ao mundo o Salvador e permaneceu, firme na esperança, aos pés da Cruz, é para nós modelo e amparo. Sobretudo, Maria intercede por nós e guia-nos na escuridão das nossas dificuldades para o alvorecer radioso do encontro com o Ressuscitado. Gostaria de concluir esta mensagem, queridos jovens amigos, fazendo minha uma bela e conhecida exortação de São Bernardo inspirada no título de Maria Stella maris, Estrela do mar: "Tu que na instabilidade contínua da vida presente, te vês mais a flutuar entre as tempestades do que a caminhar na terra, mantém fixo o olhar no esplendor desta estrela, se não quiseres ser aniquilado pelos furacões. Se insurgem os ventos das tentações e te encalhas entre as rochas das tribulações, olha para a estrela, invoca Maria... Nos perigos, nas angústias, nas perplexidades, pensa em Maria, invoca Maria... Seguindo os seus exemplos não te perderás; invocando-a não perderás a esperança; pensando nela não cairás no erro. Amparado nela não escorregarás; sob a sua protecção nada recearás; com a sua guia não te cansarás; com a sua protecção alcançarás a meta" (Homilias em louvor da Virgem Mãe, 2, 17).

Maria, Estrela do mar, sê tu a guiar os jovens do mundo inteiro ao encontro com o teu Filho divino Jesus, e sê ainda tu a celeste guarda da sua fideliade ao Evangelho e da sua esperança.

Ao garantir a minha recordação quotidiana na oração por todos vós, queridos jovens, abençoo de coração a vós e às pessoas que vos são queridas.


Vaticano, 22 de Fevereiro de 2009.


Fonte: http://www.diocese-braga.pt/pastoraljovens/


Aquele abraço e boas pedaladas, alexjudoka_gmr
Até breve.

Quaresma...tempo de para

A Quaresma é um tempo que convida a parar interiormente, a construir tendas do encontro com Jesus, mas simultaneamente a agir, a descer do monte e a anunciar a boa nova de Jesus Cristo transfigurado;
A experiência, breve mas maravilhosa, que foi dado viver aos apóstolos na transfiguração, constitui uma antevisão da situação de Jesus, depois da ressurreição.

"O seu rosto resplandecente como o Sol e as suas vestes tornaram-se brancas como a luz", ou seja, este acontecimento quer iluminar o nosso caminho, quer que descubramos a verdadeira missão do Messias  e a coragem necessária para seguirmos os seus ensinamentos.
Mostra que é na cruz que descobriremos o verdadeiro sentido da vida, a verdadeira luz.
A transfiguração é o prenúncio de que o triunfo da vida e da dignidade do homem nasce na cruz, no dar a vida, concretizando-se no homem transfigurado, no homem que deixa branquear as vestes do seu Baptismo pela luz da ressurreição.
Tal como Cristo, cada um é chamado a dar-se, a assumir a sua cruz, transfigurando-se e dignificando-se. Mas, este dar-se tem de ser permanente e sem barreiras.

S. Paulo dá-nos um excelente testemunho de alguém, que após mudar a direcção do seu caminho, jamais pára em direcção Áquele que é a sua "meta", Jesus Cristo. Nada o detém na tarefa de anunciar o amor de Deus a todos os homens!

Estarei cá para tomar um café


"Um professor diante da sua turma de filosofia, sem dizer uma palavra, pegou num frasco grande e vazio de maionese e começou a enchê-lo com bolas de golfe.
A seguir perguntou aos estudantes se o frasco estava cheio. Todos estiveram de acordo em dizer que 'sim'.
O professor tomou então uma caixa de fósforos e a despejou dentro do frasco de maionese. Os fósforos preencheram os espaços vazios entre as bolas de golfe.
O professor voltou a perguntar aos alunos se o frasco estava cheio, e eles voltaram a responder que 'Sim'.
Logo, o professor pegou uma caixa de areia e a despejou dentro do frasco. Obviamente que a areia encheu todos os espaços vazios e o professor questionou novamente se o frasco estava cheio.
Os alunos responderam-lhe com um 'Sim' retumbante.
O professor em seguida adicionou duas chávenas de café ao conteúdo do frasco e preencheu todos os espaços vazios entre a areia.
Os estudantes riram-se nesta ocasião. Quando os risos terminaram, o professor comentou:
'Quero que percebam que este frasco é a vida. As bolas de golfe são as coisas importantes, a família, os filhos, a saúde, a alegria, os amigos, as coisas que vos apaixonam. São coisas que mesmo que perdessemos tudo o resto, a nossa vida ainda estaria cheia.
Os fósforos são outras coisas importantes, como o trabalho, a casa, o carro etc.
A areia é tudo o resto, as pequenas coisas.
Se primeiro colocamos a areia no frasco, não haverá espaço para os fósforos, nem para as bolas de golfe.
O mesmo ocorre com a vida. Se gastamos todo o nosso tempo e energia nas coisas pequenas, nunca teremos lugar para as coisas que realmente são importantes.
Prestem atenção às coisas que realmente importam. Estabeleçam as vossas prioridades, e o resto é só areia.'
Um dos estudantes levantou a mão e perguntou: Então e o que representa o café?
O professor sorriu e disse: 'Ainda bem que perguntas! Isso é só para vos mostrar que por mais ocupada que a vossa vida possa parecer, há sempre lugar para tomar um café com um amigo'."

Meditação bíblica de Março

Estas meditações bíblicas são sugeridas como meio de procura de Deus no silêncio e na oração, mesmo no dia-a-dia. Consiste em reservar uma hora durante o dia para ler em silêncio o texto bíblico sugerido, acompanhado de um breve comentário e de algumas perguntas. Em seguida constituem-se pequenos grupos de 3 a 10 pessoas, para uma breve partilha do que cada um descobriu, integrando eventualmente um tempo de oração.
2009

Março

Isaías 44,1-5: Tu és meu!
«Mas agora ouve-me, Jacob, meu servo, Israel a quem escolhi: eis o que diz o Senhor que te criou, que te formou desde o seio materno e te socorre: Nada temas, Jacob, meu servo, meu querido, que eu escolhi. Vou derramar água sobre o que tem sede, e fazer correr rios sobre a terra árida. Vou derramar o meu espírito sobre a tua posteridade, e a minha bênção sobre os teus descendentes. Crescerão como erva junto das fontes, como salgueiros junto das águas correntes. Um dirá: ’Eu sou do Senhor’; outro reclamará para si o nome de Jacob; outro se tatuará no braço: ’Pertenço ao Senhor’, e receberá o sobrenome de Israel.» (Isaías 44,1-5)

A ideia de pertencer a alguém poder-nos-ia parecer apenas negativa. Será que não parece contradizer as nossas aspirações, sem dúvida justas, à liberdade e à autonomia? Ela parecia muito negativa para o povo ao qual se dirige a mensagem do profeta, povo em exílio, submetido ao poder de outro: um povo que já não pertence a si próprio.

Ao mesmo tempo, o Evangelho não parece convidar-nos a libertamo-nos de toda a pertença, mas antes a escolher o mestre que servimos. E se reflectirmos sobre isto, descobrimos que a nossa vida quotidiana é feita de pertenças múltiplas. Algumas somos nós que as reivindicamos. Outras parecem-nos desejáveis, mas as portas que lhes dão acesso continuam fechadas ou abrem-se apenas depois de um tempo de espera ou após termos prestado provas.

Deus não age assim. Ele escolheu-nos «desde o seio materno», desde sempre, antes que tivéssemos tempo de fazer ou merecer o que quer que fosse. Deus diz um sim incondicional ao povo a quem ele chama «seu servo», que ele «libertou» de uma dura servidão e que por isso lhe pertence. Esse «sim», que ele diz também a cada um de nós, torna-se fonte de vida: ela sacia a nossa sede de reconhecimento e de amor; ela pode jorrar mesmo no meio dos nossos desertos, e não secará.

Quando tomamos consciência deste sim de Deus, tornamo-nos testemunhas desta pertença e cantá-la-emos tal como as testemunhas neste texto; poderíamos juntar-nos ao canto de alegria que o irmão Roger propunha à nossa alma: «eu sou de Cristo, eu pertenço Cristo».

- De que pertenças é feita a minha vida quotidiana? Quais foram escolhidas por mim? Quais me distinguem e me separam dos outros e quais me fazem descobrir que estou ligado aos outros?

- Será que acredito que Deus me escolheu? Quando é que me sinto levado pelo «sim» que ele me dirige? Como posso testemunhá-lo aos outros?