ActiviaJOb...Ro@dTrIp


JOb@Monte Santa Isabel
...GaMeS!!!
.....PICAnaNica!!
........Eu
.............tU
...................NóS!!!
.....e.....DEUS!!!!

Parabéns tira-dentes!!!

PARABENS TIRADENTES!!! =D
MUITOS ANOS DE VIDA E QUE TIRES MUITOS DENTES MAS NUNCA OS MEUS!!! =P


Estive a falar com a tua mãe e ela arranjou-me esta foto a comprovar que tu és muito eficiente a tirar dentes...principalmente os teus... 

Beijos de todos ò DESTERRADA!!!

Reflexão para Setembro

Setembro

Génesis 11, 1-9: Uma unidade ilusória
Em toda a Terra, havia somente uma língua, e empregavam-se as mesmas palavras. Emigrando do oriente, os homens encontraram uma planície na terra de Chinear e nela se fixaram. Disseram uns para os outros: «Vamos fazer tijolos, e cozamo-los ao fogo.» Utilizaram o tijolo em vez da pedra, e o betume serviu-lhes de argamassa. Depois disseram: «Vamos construir uma cidade e uma torre, cujo cimo atinja os céus. Assim, havemos de tornar-nos famosos para evitar que nos dispersemos por toda a superfície da Terra.» O Senhor, porém, desceu, a fim de ver a cidade e a torre que os homens estavam a edificar. E o Senhor disse: «Eles constituem apenas um povo e falam uma única língua. Se principiaram desta maneira, coisa nenhuma os impedirá, de futuro, de realizarem todos os seus projectos. Vamos, pois, descer e confundir de tal modo a linguagem deles que não consigam compreender-se uns aos outros.» E o Senhor dispersou-os dali por toda a superfície da Terra, e suspenderam a construção da cidade. Por isso, lhe foi dado o nome de Babel, visto ter sido lá que o Senhor confundiu a linguagem de todos os habitantes da Terra, e foi também dali que o Senhor os dispersou por toda a Terra. (Génesis 11,1-9)
O nosso relato começa com um progresso técnico: os homens aprendem a fabricar tijolos. E põem imediatamente em prática esta nova técnica para reforçar a sua unidade e a sua autonomia. No livro do Génesis, uma cidade é um lugar que oferece protecção atrás de muros quando já não se vive em harmonia com «toda a Terra» (ver Génesis 4,17). E a construção de uma torre «cujo cimo atinja os céus», à imagem das grandes montanhas onde o homem encontra a divindade, é um acto desmesurado em que o homem se toma, a ele mesmo, pela Fonte.
Nestas condições, a unidade está, logo à partida, desvirtuada. É significativo o facto de esta ser expressa em termos negativos: «… para evitar que nos dispersemos». Prefere-se ser forte e em bloco, numa atitude de oposição ao que está do lado de fora, em vez de se realizar a vocação de acolher e de comunicar a bênção divina: «Crescei e multiplicai-vos, enchei e dominai a terra.» (Génesis 1,28) Note-se que o relato não apresenta motivos positivos para esta atitude de auto-defesa: é como se, à falta de reais inimigos, os seres humanos tivessem necessidade de inventar inimigos imaginários para reforçar a sua identidade «contra alguém».
É então que Deus entra na história, primeiro como simples observador. Ele constata que uma unidade imposta «contra outrem» e, implicitamente, em concorrência com ele, Deus; não corresponde ao motivo pelo qual ele criou os seres humanos. É por isso que ele decide opor-se ao seu projecto insensato. A sua preocupação em, mais uma vez, manter os homens no bom caminho, é recebida como um castigo. Cegos pelo seu aparente poder, os construtores da torre pensam que, ao dispersá-los, Deus está a actuar contra as suas aspirações. Na realidade, ele protege-os das consequências daquela ilusão. A impossibilidade de comunicarem uns com os outros terá um resultado positivo e paradoxal: Deus obriga-os a encher a Terra e a melhor desenvolver todas as suas virtudes.
Depois de um longo desvio, o desejo humano de unidade realiza-se de forma inesperada e mil vezes melhor: pelo milagre do Pentecostes (ver Actos 2) aparecerá uma unidade que, longe de ser uma uniformidade forçada, é uma comunhão na diversidade, guarda o que é válido em cada povo e em cada pessoa. Esta unidade não-violenta nunca pode ser conseguida pela acção do homem. Só pode ser recebida como uma oferta, como um dom realizado pelo Espírito de Deus, subindo das profundezas do ser humano. O projecto de Babel (ou da Babilónia, ver Apocalipse 17-18) torna-se o símbolo de todos os totalitarismos humanos. Representa a perseguição de uma eficácia que queima etapas e negligencia os tempos de amadurecimento necessários.
- Será que o progresso técnico e a procura da eficácia estão sempre em contradição com a escuta de Deus e a atenção aos outros? O que permite aliar estas duas áreas?
- Qual é a diferença entre uniformidade e unidade? Que exemplos conhecemos de uma vida comunitária que não aboliu a diversidade?
- De que forma é que o relato do Pentecostes (Actos 2) constitui a contraposição deste texto?

Era uma vez....



Era uma vez uma criança com um corpo deformado.
Os pais consultaram especialistas de medicina, aceitaram que fosse sujeito a algumas operações, mas o aspecto da criança continuava a suscitar compaixão.
Um dia, os pais decidiram levá.lo ao santuário  de Lourdes. Depois da Eucarístia, o Santíssimo Sacramento foi exposto. O celebrante, com a custódia, passou em seguida de doente em doente, fazendo com ela o sinal da cruz. A mãe beijou-o e perguntou-lhe:
-Filho, pediste a Jesus que te curasse?
Ele respondeu:
-Não, mãe. Olha para aquela criança ali ao lado tão doente! Pedi que curasse essa criança; necessita mais do que eu.
A mãe, de lágrimas nos olhos, ajoelhou-se e deu graças a Deus por este gesto de amor ao próximo.

Seremos nós capazes de esquecermo-nos de nós próprios por amor ao nosso irmão?

Pequena meditação quotidiana

1 DE SETEMBRO
Não há nada mais relutante do que a memória das humilhações e das feridas passadas. Chega ao ponto de perpetuar a suspeição, por vezes mesmo de uma geração para a seguinte. O perdão evangélico, por seu lado, é capaz de ir para além da memória. Seremos nós daqueles que reúnem energias para barrar o caminho às desconfianças, antigas ou recentes?



Encontro em Roterdão

Para quem estiver já interessado, uma camioneta já está a ser preparada para ir a Roterdão.
Colocarei aqui algumas informações, para mais detalhes visitem http://vivertaize.blogspot.com/




Entrada de Pessoas - Póvoa de Varzim / Porto / Viseu 
Datas
Partida - Dia 25 Dez. 2010 pelas 13,00 h ( Póvoa Varzim )
Chegada - Dia 02 Jan 2011 pelas 19,00 h ( Póvoa Varzim )

Despesas - Viagem
Viagem - +/- 145 €

Jovens - 60 €

Adultos - 90 € ( + de 35 anos )

Locais de paragem

” IDA ” - Póvoa de Varzim / Porto /Viseu / Bordeus / Colmar / Estrasburgo / Roterdão

“VOLTA ” - Roterdão / Paris / Burgos / Povoa de Varzim

Leitura bíblica para o dia

Estas leituras breves, retiradas da Bíblia, são as que são lidas todos os dias durante a oração da comunidade. A referência bíblica indica uma passagem um pouco mais longa.



4ª-f., 1 de Setembro
Jesus disse: «Quem deixar tudo por minha causa e por causa do Evangelho receberá cem vezes mais, agora, no tempo presente, juntamente com perseguições, e, no tempo futuro, a vida eterna.»
Mc 10,17-30