Cinema para o fim de semana

Quando o jornalista Steve Lopez vê Nathanlel Ayers a tocar de forma tão sentida o seu violino de duas cordas no Skid Row de Los Angeles, fica estupefacto. A princípio, é atraído pela oportunidade de fazer dele o tema de mais uma das suas colunas para o Los Angeles Times, Mas o que descobre sobre o misterioso músico das ruas deixa-o fascinado. Há trinta anos, Ayers tinha sido um promissor aluno de contrabaixo da Juilliard School até que foi vencido por um esgotamento mental. Quando Lopez o encontra, Ayers está sozinho, profundamente perturbado e desconfia de toda a gente, mas ainda é possível vislumbrar nele resquícios desse brilho. Os dois homens aprendem a comunicar através da música. A sua amizade vai passar por momentos dolorosos, pois Lopez imagina-se capaz de convencer Ayers a abandonar as ruas de Los Angeles. Aos momentos de triunfo segue-se sempre uma desilusão, mas nenhum dos dois desiste. E, embora a intenção inicial de Lopez seja salvar Ayers, acaba por constatar que a sua própria vida mudou profundamente.

JObUpNext....O que fazer?!!


Próximo Sábado!!!

Precisamos de ideias...ideias..ideias...ideias...ideias...

Vamos definir os próximos eventos do grupo...especial destaque para a marcação do nosso fdsJOb...


Voltamos a lembrar que na noite do próximo sábado haverá OraTz na Igreja das Dominicas (S.Sebastião).

JOB + Música



Como é costume todas as semanas, aqui está o videoclip de Silence 4 - Angel Song

Abraços a todos

The Road::CINE b+



Proposta para o fim-de-semana...Filme "The Road" (A estrada) 

 

É um conto de ficção pós-apocalíptica que descreve a jornada empreendida por um pai e seu jovem filho ao longo de um período de vários meses através de uma paisagem devastada anos antes por um cataclismo sem nome o qual destruiu a civilização e boa parte da vida sobre a Terra. O romance foi premiado com o Pulitzer Prize for Fiction e o James Tait Black Memorial Prize de 2006 na categoria Ficção.
Um filme extremamente carregado de simbolismos e que, na minha opinião, é uma alegoria à vida contemporânea. Vale a pena ver...

JOB + Música

Eu nunca me canso de ouvir música e eu sei que pode ser uma razão para te alegrar este dia, sim tu, que estás a ler este post...
Se te sentes triste e não sabes o que fazer, pára dois minutos e ouve esta música e acredita que no final de ouvi-la vais te sentir muito melhor, prometo-te



Abraços a todos e dancem no mundo sem medo ;-)

Próximo Sábado é TEaJOb

No próximo sábado...será o primeiro  TEaJOb de 2010!!
A actividade TEaJOb é uma actividade que fazemos conjuntamente com a congregação da Aliança de Santa Maria.
A actividade é um mix de oração, reflexão pessoal e compromisso que pretende levar o jovem a um encontro pessoal com Deus e com o próximo.
Esperamos por vós à hora de sempre às 16h03m03s....para o encontro...
Às 15h03m03s...para quem quiser uma aula de guitarra...




Estes encontros vem ao encontro da necessidade do ser humano de parar, por momentos, a vida e  reflectir.
Esta experiência não é única já que existe um grupo, o TEen, que promove estes encontros mensalmente em Fátima e em S.Bento da Porta Aberta.
Além disso, promovem, anualmente, um campo de férias feminino.

Mais informações sobre este assunto contactem-nos para o nosso e-mail (jovens.oliveira at gmail.com) ou para a Congregação Aliança de Santa Maria:


R Anjo Portugal 13
2495-415 FÁTIMA Fátima Portugal
249 533 171

Visita ao Lar de S. Francisco

Uma reuniao diferente...
Com cânticos e boa disposição fomos alegrar os corações dos mais idosos ;)


«A cantar para os idosos»



«A foto de Grupo»



E para nos jovens foi muito bom sermos bem acolhidos, e conseguir alegrar os idosos

Beijinhos a todos
Xau xau

JOB + Música



Abraços a todos

Parabens Tadeu!!!


Bem.... mais vale tarde do que nunca!!
Parabéns!!!

Exame de Consciência



Às vezes é difícil sabermos se estamos tranquilos ou nao...
Por vezes....pensamos que estamos bem com ela, mas pensamos erradamente.

Então encontrei isto... "Como fazer um exame de consciência." (É deste tipo de exames que eu gosto... as únicas pessoas que nos avaliam somos nós (o sujeito) e Deus Pai :-D )
Se fizerem isto ao final do dia ajuda a vossa auto-estima e a vossa fé.

Sem o exame de consciência (não só para a confissão, mas diário) não há progresso na vida cristã. Como posso ser melhor se não atendo ao que fiz de mal no dia-a-dia?
Não é só ver os pecados que fiz. Deve ser antes uma oração: rezar a minha vida, o meu dia a dia, diante de Deus. É ver-me à luz de Deus com o meu lado bom (dons, trabalhos, esforço, o bem que fiz e as graças que recebi de Deus) e o meu lado negativo (gestos maus, quedas, faltas de amor, omissões, isto é, o que não fiz e devia ter feito).

I. Face a Deus
"Amarás o Senhor, teu Deus, com todo o teu coração, com toda a tua alma e com todas as tuas forças". (Deuteronómio 6:5)

Que importância tem Deus na minha vida? Procuro-O? Esforço-me por crescer na fé e ultrapassar as minhas dúvidas? Rezo a Deus? Regularmente? Diariamente? Procuro evitar as distracções durante a oração, ou faço o possível por não "estar lá"?
Esforço-me por conhecer sempre cada vez melhor a Jesus Cristo?
Tenho aproveitado o sacramento da confissão para crescer no amor de Deus, tornando-me melhor? Sempre que caio em pecado mortal ou noutro pecado (cortando assim a minha relação com Deus), procuro logo que possível confessar-me e voltar para Deus?
Confesso-me ao menos uma vez por ano?
Aos Domingos e Festas vou à missa? Ou sempre que posso não vou?
Participo na missa inteira ou já aponto para chegar atrasado ou sair a meio?
Procuro estar com atenção e participar na celebração, ou estou distraído?
Comungo habitualmente (ao menos pela Páscoa)?
Como é o meu ser cristão? Escondo-me e tenho vergonha, ou procuro preparar-me para ajudar os outros na fé e na vida cristã?

II. Face ao próximo
"É este o meu mandamento, que vos ameis uns aos outros, como Eu vos amei". (João 13:34)

Face aos outros, a minha atitude é em geral de amor ou de desprezo?
Estou zangado ou de relações cortadas com alguém?
Procuro ser simpático e servir os outros, ou estou sempre a mandar neles? Evito conflitos, ou estou sempre a tecer intrigas e a criticar os outros pelas costas?
Sou egoísta, ou procuro amar o próximo?
Sou mentiroso, ou invejoso?
Dou alguma atenção especial àquele que precisa (doentes, velhinhos, pobres)?
Como são as minhas relações com os meus colegas, superiores, família (especialmente pais e filhos)?
Estraguei de propósito alguma coisa dos outros? Roubei alguma coisa?
Respeitei o corpo humano? Fiz mal a alguém batendo ou ferindo? Respeito o meu sexo? Não tenho relações sexuais fora do casamento? Evito alimentar pensamentos e desejos impuros? Afasto-me de revistas e filmes pornográficos?
Quando cometo alguma falta aceito a minha responsabilidade, ou desculpo-me atirando para os outros as culpas daquilo que fiz?

III. Face a mim mesmo
"Sede perfeitos, como é perfeito o vosso Pai do Céu". (Mateus 5:48)

Sou egoísta, orgulhoso, caprichoso e avaro, ou esforço-me por me dedicar aos outros, sendo simples, simpático e generoso? Sou cuidadoso com o meu vocabulário, evitando escandalizar e ofender os que estão comigo, ou digo palavrões e insulto os outros?
Respeito o meu corpo? Olho-o castamente, ou vejo-o como um mero instrumento de prazer sensual?
Como emprego o meu tempo? Esforço-me por o não desperdiçar? Como estudo ou trabalho? Com preguiça, ou com consciência de que aquilo que faço é importante também na minha relação com Deus?
Como com moderação, ou sou guloso e ganancioso? Dedico-me às coisas importantes da vida, ou sou vaidoso e fútil?

IV. Face ao Mundo
"E Deus vendo toda a sua obra [a criação] considerou-a muito boa". (Génesis 1:31)

Sou sensível à beleza da criação e esforço-me por encontrar a Deus através dela? Aprecio as coisas à minha volta ou consumo-as apenas...? A minha passagem por um lugar bonito caracteriza-se por não o estragar (lixo, barulho, atitudes que perturbem)?
Respeito a natureza como a casa que Deus me dá, ou, responsavelmente, poluo o lugar onde vivo? Procuro manter-me informado e preferir os produtos "amigos do ambiente" ou tanto me faz, desde que não tenha chatices?
Vivo a minha vida numa ganância de enriquecimento (no estudo ou no trabalho) ou preocupo-me por me situar numa lógica de realização pessoal, de partilha dos bens e de serviço aos outros? Crio em mim uma atenção pelos menos favorecidos, pela justa distribuição da riqueza? Que faço para conhecer a doutrina social da Igreja?

Acto de Contrição

olá JOb +

Malta:

Eu hoje estava na web de Taizé:

E gostaria de vós pedir que rezem está oração pelos os nosso irmãos no Haiti:


"

Oração pelo Haiti

Deus, nossa esperança, confiamos-te as vítimas do terramoto no Haiti. Desconcertados pelo incompreensível sofrimento dos inocentes, pedimos-te que inspires o coração dos que procuram levar auxílio, que é tão indispensável. Conhecemos a fé profunda do povo do Haiti. Assiste os que morrem, fortifica os que estão abatidos, consola os que choram, derrama o teu Espírito de compaixão sobre este povo em tamanha provação.

irmão Alois
Igreja da Reconciliação, Taizé
Domingo, 17 de Janeiro de 2010"

fonte:http://www.taize.fr/pt_article9708.html


Beijos as meninas
Abraços aos meninos.
E que Deus e Maria estejam convosco.

Em breve eu volto, pode ser!!!!!

Aquele abraço e boas pedaladas, alexjudoka_gmr
Xau ai.

Reisadas com os Licotrinos


Reisadas com os Licotrinos!! =D

Um pouco fora da época é certo...mas aqui vamos nós!!
Visitar o Lar de S. Francisco...
Até fizemos uma música gira e tudo...Somos os berdadeiros!!

Próximo Sábado às 15h30 no Lar de S. Francisco...Juntemo-nos para dar os bons anos aos nossos avózinhos =)

Pra semana teremos fotos do evento!!

Taize@Porto em menos de um mês





Depois de Poznan as atenções viram-se para o encontro ibérico no Porto.

Do norte ao sul de Portugal, de Coimbra à Madeira, de Faro aos Açores, e mesmo nas comunidades emigrantes de diferentes países, já há muitas centenas de jovens portugueses a preparar-se para ir passar o fim-de-semana de Carnaval ao Porto. Também em Espanha, há grupos a preparar peregrinações em várias cidades. E, do Brasil à Polónia, do Chile à Lituânia, da Noruega...e muitos mais juntam-se para mais um encontro de Taizé

Um pouco sobre a história do movimento Schoenstatt


Como é que nasce Schoenstatt?

Schoenstatt nasce no início do século XX, através da acção pedagógica que o Pe. José Kentenich desenvolveu no Seminário Menor dos padres Pallotinos, situado num pequeno lugar chamado Schoenstatt ( “lugar bonito” ), em Vallendar – Koblença, nas margens do Reno.

A história de Schoenstatt está marcada por acontecimentos simples, mas com um profundo significado, pois a partir deles foi-se gestando uma corrente transbordante de gracas, de vida e de ideias.

Desde pequeno, o Pe. José Kentenich, devido à sua dificil situação familiar, viveu na sua própria história o desenraizamento que é tão característico do nosso tempo. Durante o periodo dos seus estudos, passou por duras provas espirituais. Contudo, na acção de Maria Educadora, a quem se tinha consagrado, experimentou o equilibrio e o caminho para um enraizamento, tanto na realidade do mundo natural, como no que é próprio do mundo sobrenatural.

Pouco a pouco, no seu coração, foi-se perfilando o anseio por um “homem novo” e uma nova comunidade, capaz de enfrentar os desafíos do tempo actual. Em 1912, o Pe. Kentenich foi nomeado director espiritual no Seminário Menor. Empreende então, de forma original e audaz, um projeto de educação que num ambiente de liberdade e de confiança, motivava a colaboração de cada pessoa no seu proprio caminho de transformação e crescimento pessoal.

A sua propria experiência,na relação com María - Mãe e Educadora - leva-o a fundar, com a participaçao activa dos jóvens, uma congregação mariana. Esta sería um “meio excelente para a realização dos nossos ideais juvenis e para alcançar da maneira mais perfeita, rápida e segura, a meta na nossa auto-educação: Por Maria, encontrar Jesus” (homilia na fundação da congregação mariana, nº 2. 27.10.1912).

Dois anos depois de ter inciado a sua acção pedagógica com os jovens, dá-se o começo da primeira guerra mundial. O que fazer para que num ambiente duro, agnóstico e imoral não fossem destruidos os ideais e a fe daqueles jóvens? Procurando respostas, chega-lhe às mãos a história de um advogado italiano, Bartolo Longo, que tinha “criado” um santuário mariano em Pompeia. Vendo nisto um “sinal da Providência”, interroga-se se não estaría nos planos de Deus que a pequena capela, recentemente posta à disposição da Congregação, se transformasse num santuário, onde Maria chegasse a ser Mãe e educadora dos jovens? Não será que deviam pedir à Nossa Senhora que estabelece naquele lugar um trono de graças?

Depois de um tempo de oração e de meditação, no dia 18 de Outubro de 1914, o Pe. Kentenich propôs aos jovens uma “ideia secreta e predilecta”. Convidou-os a pedir que Nossa Senhora se estabelece-se espiritualmente naquele lugar. Neste “pacto” e “aliança”, eles deviam “atrai-la” através de provas de amor, de esforços pela auto-educação e de um forte espirito apostólico. A presença de Maria deveria ser avalada por uma santidade da vida diária, por uma vida de seguimento heroico ao Senhor e à Sua vontade. Estes oferecimentos, na linguagem da Igreja “méritos”, são simbolicamente chamados pelos jóvens “contribuições ao capital de graças”. Expressão desta relação de aliança com Nossa Senhora, é a oração – compromisso: Mãe, Nada sem Ti, nada sem nós”.

A história posterior, pelos inúmeros frutos, foi provando que aquele momento tinha sido uma iniciativa de Deus; essa foi a confirmação à posteriori que aquele salto de fe, dado pelo Pe. Kentenich, foi a resposta esperada por Deus.

Até à morte do fundador (15 Setembro de 1968), vai-se desenvolvendo um progressivo crescimento do movimento em extenção e profundidade. As palavras dirigidas aos jóvens, naquele 18 de Outubro de 1914 – posteriormente chamadas Primeiro Documento de Fundação – passaram a ser o testemunho do acontecimento central e fundacional de Schoenstatt: a Aliança de Amor selada pelo Pe. Kentenich e pelos jóvens com Maria, no santuário, é a semente da qual brota toda a vitalidade e estrutura de Schoenstatt. A pequena capela transformou-se assim num santuário mariano e no coração de um movimento internacional para a Igreja e para o mundo actual.

In www.schoenstatt.pt

Texto bíblico com comentários feitos pela comunidade de Taizé de Janeiro:


Olá JOb+:

Como é normal, colocamos todos os meses, a meditação bíblica feita pelos Irmãos da Comunidade de Taizé.

Espero que todos tenham tido um Santo e incrível Natal e que este ano que começa agora vós traga todo aquilo que sonham a ti e ao teu próximo.
Que seja uma ano onde tentaremos reduzir a pobreza dos mais carênciados. E que o amor de Deus e de Jesus nos guie nessa nossa vontade.
E mais uma coisa, "Façam-me o favor de serem felizes!" com um sorriso nos lábios e com vontade de lutar.

Janeiro

Lucas 9,23-25: Tornar-se um discípulo de Cristo
Jesus disse: «Se alguém quer vir após mim, negue-se a si mesmo, tome a sua cruz, dia após dia, e siga-me. Pois, quem quiser salvar a sua vida há-de perdê-la; mas, quem perder a sua vida por minha causa há-de salvá-la. Que aproveita ao homem ganhar o mundo inteiro, perdendo-se ou condenando-se a si mesmo? (Lucas 9,23-25)

Imbuídos da vida de Cristo e do seu amor pelos outros, os discípulos são aqueles que querem viver como ele viveu. Durante a vida pública de Jesus, uma multidão de discípulos caminhava atrás dele. Seguiam-no de um lugar a outro para entenderem os seus ensinamentos. Entre eles, alguns continuaram a segui-lo até ao fim, até às horas mais sombrias da cruz e da morte. Mas não eram muitos. Muitos deixaram-no ao longo do caminho ou ao fim de algum tempo.

Para aquele que quer caminhar com ele, o chamamento de Cristo é radical, sem equívoco. Pede para se «renunciar» a si mesmo. É uma palavra difícil de entender na mentalidade de hoje. Não quer dizer que se deve negar aquilo que se é. Trata-se de renunciar àquela parte de si mesmo que vai contra a vida de Cristo e os seus ensinamentos. Com o versículo 25 compreendemos claramente que a perda de si não é pedida por Jesus. É, acima de tudo, um convite a realizar-se, seguindo-o verdadeiramente. Não com uma atitude preguiçosa e sem fervor, mas apenas com todo o coração e com toda a força é que o discípulo poderá seguir o caminho do Mestre.

A cruz de que Jesus aqui nos fala é a cruz do «dia após dia», que cada um é chamado a carregar. Jesus sabe que os seus discípulos deverão encarar múltiplas provas e dificuldades. Ele encoraja-os a ter audácia, a enfrentar o desafio, a dar-se sem medo de sofrer pelo Evangelho e a encontrar, assim, uma vida em plenitude.

Na verdade, se caminharmos na senda de Cristo, hoje como no tempo dos Apóstolos, é inevitável que tenhamos que ir contra a corrente e, em certos momentos, nos tenhamos que tornar num «sinal de contradição» na sociedade. Por medo de perder o rosto ou pela segurança, será que vamos virar as costas aos diferentes obstáculos ou vamos avançar com confiança, com audácia e com a entrega de nós mesmos? O próprio Cristo não sofreu passivamente, mas entregou-se pelos outros. É verdade que o seu chamamento é exigente. Mas àquele que se entrega por causa de Cristo e do Evangelho, a alegria e a recompensa prometidas ser-lhe-ão oferecidas cem vez mais (Marcos 10,28-30).

- O que significa concretamente, para mim, hoje, «caminhar seguindo Cristo»? Qual é «a minha cruz», a qual sou chamado a carregar «dia após dia» neste caminho?

- Em que circunstâncias nos tornamos, na nossa sociedade, um «sinal de contradição»?




Beijos as meninas
Abraços aos meninos.
E que Deus e Maria estejam convosco.

Em breve eu volto, pode ser!!!!!

Aquele abraço e boas pedaladas, alexjudoka_gmr
Xau ai.