Uma realidade muito simples

Ao abrir o Evangelho, cada um pode dizer para si mesmo: estas palavras de Jesus são um pouco como uma carta muito antiga, que me foi escrita numa língua desconhecida; mas, como foi escrita por alguém que me ama, vou procurar compreender o seu sentido e vou desde logo tentar pôr em prática, na minha vida, o pouco que descobri…
No início, não importam os grandes conhecimentos. Claro que eles têm um grande valor. Mas é através do coração, nas profundezas de si mesmo, que o ser humano começa a descobrir o Mistério da Fé. Os conhecimentos virão a seguir. Não é tudo adquirido de uma só vez. Uma vida interior elabora-se passo a passo. Hoje, mais do que nunca, penetramos na fé avançando por etapas.
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No mais profundo da condição humana repousa a espera de uma presença, o desejo silencioso de uma comunhão. Nunca esqueçamos: este simples desejo de Deus é já o começo da fé.
Além disso, ninguém consegue compreender sozinho todo o Evangelho. Todos podem dizer para si mesmos: nesta comunhão única que é a Igreja, o que eu não compreendo acerca da fé outros compreendem e vivem. Não me apoio apenas sobre a minha fé, mas sobre a fé dos cristãos de todos os tempos, os que me precederam, desde a Virgem Maria e os apóstolos até aos cristãos de hoje. E, dia após dia, disponho-me interiormente a confiar no Mistério da Fé.
Então compreende-se que a fé, a confiança em Deus, é uma realidade muito simples, tão simples que todos poderiam acolhê-la. É como um impulso, mil vezes sentido ao longo da nossa existência e até ao nosso último suspiro.
irmão Roger, de Taizé

Pequena meditação quotidiana

31 DE AGOSTO
Para quem sabe amar e exprimir esse amor com a própria vida, os seus dias enchem-se de uma beleza serena. Poderão surgir decepções, sabores amargos e tantos acidentes em que a paz do coração poderia esmorecer. No entanto, permanece sempre a possibilidade de se abandonar em Deus. Fecha-se na perfeição o círculo de um dia, quando a mais dura provação não logra interromper o alento que tende à plenitude.

Partilhar o que temos.

Testemunhos de jovens que reflectiram no tema "Partilhar o que temos" que foi explorado pelo Irmão Alois na Carta da China, a última a ser editada.


Michael (Alemanha) deixou Taizé em Junho, depois de um ano como voluntário
Foi em Junho que deixei Taizé, depois de um ano como voluntário. De regresso a casa, tinha ainda muitas coisas presentes no pensamento e que me faziam distrair. Mas ao fim de alguns dias fui, a pouco e pouco, descobrindo o enorme tesouro que trazia em mim: as recordações da vida em Taizé. E a vida em Taizé significa a vida em comunidade, o encontro com o outro, a troca, a partilha do que temos.
Antes, sempre que pensava na palavra «partilha» associava-a a algo material. Depois da minha experiência em Taizé, ao trabalhar e ao viver com outros voluntários do mundo inteiro, descobri que «partilha» podia significar mais que isso.
Podemos partilhar a alegria e o sofrimento, o nosso contexto cultural, recordações, dúvidas, a confiança e a fé em Deus. Muitas vezes fazêmo-lo inconscientemente. Mas é sobretudo fantástico quando nos apercebemos ou lembramos destes momentos tão simples na nossa vida quotidiana.
Na vida comunitária podemos, através da partilha, encontrar estes momentos de criação que podem ajudar-nos, então, a compreender o mistério da Eucaristia. Somente se dermos e partilharmos é que podemos criar algo novo e inesperado, algo único. Estes instantes tão simples podem transformar-nos criando uma profunda comunhão com os outros. Não será isso a comunhão no corpo do Cristo oferecido e partilhado? Estes momentos podem ser um reflexo do mistério da Eucaristia na nossa vida quotidiana. Instalam-se na nossa memória e são inesquecíveis, à espera de serem de novo partilhados.
… desenvolver redes de entreajuda; promover geminações de cidades, de vilas, de paróquias, para ajudar aqueles que precisam de auxílio…

Irmão Roger: o que não sabíamos.



Irmão Roger : o que não sabíamos from Taizé on Vimeo.

Não podia deixar passar esta opurtunidade...

Abraços

Be Happy!!!

Job + Música



Roda, roda, vira!!!

Abraços!!!

Celebração dos 70 anos de Taizé

Do Papa Bento XVI
Querido Irmão,
Nestes dias em que recordamos o regresso ao Pai do querido irmão Roger, fundador da comunidade de Taizé, assassinado há cinco anos, a 16 de Agosto de 2005, durante a oração da noite, na igreja da Reconciliação, Sua Santidade, o Papa Bento XVI, deseja expressar-vos a sua proximidade espiritual e a sua união na oração com a Comunidade e com todos os que participam na comemoração da memória do irmão Roger.
Testemunha infatigável do Evangelho de paz e de reconciliação, o irmão Roger foi um pioneiro nos caminhos difíceis da unidade entre os discípulos de Cristo. Há setenta anos, fez nascer uma comunidade que continua a ver vir até ela milhares de jovens do mundo inteiro, em busca de um sentido para a sua vida, acolhendo-os na oração e permitindo que eles façam a experiência de uma relação pessoal com Deus.
Agora que entrou na alegria eterna, o irmão Roger continua a falar-nos. Que o seu testemunho de um ecumenismo de santidade nos inspire no nosso caminho para a unidade e que a vossa Comunidade continue a viver e a fazer brilhar o seu carisma, especialmente junto das gerações mais jovens!
De todo o coração, o Santo Padre pede a Deus que vos encha das suas Bênçãos, tanto os irmãos da Comunidade de Taizé, como todos os que convosco se comprometem nos caminhos da unidade dos discípulos de Cristo, particularmente os jovens.

Será que sei?!!

Num blog amigo encontrei este texto sobre a vocação...
Muitas vezes pensamos que temos certezas sobre quem somos...e quando começamos a questionar-nos sobre quem fomos...quem somos...ou quem queremos ser...apercebemo-nos de que as nossas próprias certezas tornam-se, lentamente, em dúvidas...
Mas.....leiam o texto e tirem as vossas próprias conclusões...



Eu não gosto da palavra talento, a principal razão, e tenho de o admitir com humildade, é que não tenho nenhum talento ou vocação.  Tenho imensos interesses, já experimentei muita coisa, mas nunca pude dizer – “Tenho jeito para isto”. Adoro música, mas não tenho ouvido. E apenas aos 13\14 anos é que me comecei a interessar a sério pela área.


Parabéns para a Mariana!!!! :D


Parabéns!!!!!!!!!!!!!!


O grupo deseja-te mts felicidades e mts saudades tuas também!!!!!!!!

Hoje (pq já passa da meia-noite) estarás no nosso coração e faremos 1a grande festa pra ti!!! como nnc houve antes... e esta festa durará para sempre com música non-stop e a garrafinha de água na mão pa nao ficarmos mal ;) onde nnc irá faltar nd!!!

Um grande beijo deste grupo q te ama e estará sempre aqui pra ti!!!!

Feliz aniversário Mariana





Luís é bom companheiro!!!!!


Parabéns Luís!!!!!!!

Q tenhas muitos anos de vida!!!!!!!! E muitas alegrias!!! :D
Tem calma com o bolo... (partilha um bocado com o grupo) :D


Abraços do grupo


Passeio dos Oliveirinhas a Fátima





Pessoal aqui esta o cartaz do passeio que o nosso grupo esta a organizar!
Quem tiver interessado é so fazer a inscrição, estao abertas ate ao dia 15 de Agosto, no secretariado da Oliveira. A inscrição por pessoa é 15"azeitonas" (sinal 7.5)... mais promenores têm no cartaz

Beijinhos a todos...

Haiti 12 de Agosto, um momento de oração por aqueles que sofrem ou sofreram.

Olá JOB +:

Oração para 12 de Agosto

Tendo em consideração a sugestão que lhe foi dirigida por um jovem do Haiti, a Comunidade de Taizé convida todos os que o puderem fazer a rezar pelo povo do Haiti, sozinhos ou em grupo, no dia 12 de cada mês, durante 12 meses, depois do sismo que teve lugar a 12 de Janeiro.

No início de cada mês, nesta página, vai ser publicada uma proposta de oração que poderá ser utilizada para dia 12.



Proposta de oração – 12 de Agosto de 2010
Cântico
Seigneur, tu gardes mon âme

Salmo
Depois de cada estrofe, pode cantar-se «Confitemini Domino»

Feliz a nação cujo Deus é o Senhor,
o povo que ele escolheu para sua herança.
Ele formou o coração de cada homem
e discerne todas as suas obras.

Os olhos do Senhor velam pelos seus fiéis,
por aqueles que esperam na sua bondade,
para os libertar da morte
e os manter vivos no tempo da fome.

A nossa alma espera no Senhor;
Ele é o nosso amparo e o nosso escudo.
Nele se alegra o nosso coração
e em seu nome santo confiamos.

do Salmo 33
Leitura
Vós não recebestes um Espírito que vos escravize e volte a encher-vos de medo; mas recebestes um Espírito que faz de vós filhos adoptivos. É por ele que clamamos: Abbá, ó Pai Esse mesmo Espírito dá testemunho ao nosso espírito de que somos filhos de Deus. Ora, se somos filhos de Deus, somos também herdeiros: herdeiros de Deus e co-herdeiros com Cristo, pressupondo que com ele sofremos, para também com ele sermos glorificados. Estou convencido de que os sofrimentos do tempo presente não têm comparação com a glória que há-de revelar-se em nós.

Romanos 8,15-18
Cântico
Ubi caritas

Silêncio

Oração de intercessão
As intercessões podem ser intercaladas com «Kyrie eleison»

1. Cristo, pela ressurreição estás vivo para sempre, nós bendizemos o teu nome.
- Louvado sejas, Senhor ressuscitado.

2. Cristo, tu ascendeste ao teu Pai e junto dele intercedes por nós.
- Louvado sejas, Senhor ressuscitado.

3. Cristo, tendo sofrido e sido posto à prova, tu vens em auxílio dos que sofrem provações no Haiti, no Chile e em todo o mundo.
- Louvado sejas, Senhor ressuscitado.

4. Cristo, tu tornas-nos testemunhas do teu amor para com aqueles que não podem crer em Deus por causa do sofrimento no mundo.
- Louvado sejas, Senhor ressuscitado.

5. Cristo, tu chamas cada um a amar o seu próximo com obras e com verdade.
- Louvado sejas, Senhor ressuscitado.

6. Cristo, tal como fizeste aos teus discípulos, tu sopras sobre cada um de nós o Espírito Santo.
- Louvado sejas, Senhor ressuscitado.

Pai Nosso

Oração
Deus, nossa esperança, derrama a tua compaixão sobre todos os que atravessam grandes provações. Quando somos desconcertados pelo incompreensível sofrimento dos inocentes, concede-nos ser testemunhas do Evangelho através da nossa vida e tornar acessível a consolação do teu Espírito Santo.


Cânticos
Confia em Deus (Wait for the Lord)
Senhor Jesus (Jésus le Christ)
Ó Cristo, Filho de Deus (O Christe Domine Jesu)
Permanece junto de mim (Bleibet hier)


Beijos as meninas.
Abraços ao meninos.
E que Deus e Maria esteja sempre convosco.
Em breve eu volto, pode ser!!!!
Aquele abraço e boas pedaladas, alexjudoka_gmr.
Xau ai.
Até já, sempre JOb

Textos bíblicos com comentário de Agosto

Olá JOb +

Como é normal deixo aqui uma pequena meditação feita pelos irmãos da Comunidade de Taizé:



Agosto
Mateus 25,31-46: Encontrar Cristo nos mais pequeninos

Jesus disse :«Quando o Filho do Homem vier na sua glória, acompanhado por todos os seus anjos, há-de sentar-se no seu trono de glória. Perante Ele, vão reunir-se todos os povos e Ele separará as pessoas umas das outras, como o pastor separa as ovelhas dos cabritos. À sua direita porá as ovelhas e à sua esquerda, os cabritos. O Rei dirá, então, aos da sua direita: ’Vinde, benditos de meu Pai! Recebei em herança o Reino que vos está preparado desde a criação do mundo. Porque tive fome e destes-me de comer, tive sede e destes-me de beber, era peregrino e recolhestes-me, estava nu e destes-me que vestir, adoeci e visitastes-me, estive na prisão e fostes ter comigo.’

Então, os justos vão responder-lhe: ’Senhor, quando foi que te vimos com fome e te demos de comer, ou com sede e te demos de beber? Quando te vimos peregrino e te recolhemos, ou nu e te vestimos? E quando te vimos doente ou na prisão, e fomos visitar-te?’ E o Rei vai dizer-lhes, em resposta: ’Em verdade vos digo: Sempre que fizestes isto a um destes meus irmãos mais pequeninos, a mim mesmo o fizestes.’

Em seguida dirá aos da esquerda: ’Afastai-vos de mim, malditos, para o fogo eterno, que está preparado para o diabo e para os seus anjos! Porque tive fome e não me destes de comer, tive sede e não me destes de beber, era peregrino e não me recolhestes, estava nu e não me vestistes, doente e na prisão e não fostes visitar-me.’

Por sua vez, eles perguntarão: ’Quando foi que te vimos com fome, ou com sede, ou peregrino, ou nu, ou doente, ou na prisão, e não te socorremos?’ Ele responderá, então: ’Em verdade vos digo: Sempre que deixastes de fazer isto a um destes pequeninos, foi a mim que o deixastes de fazer.’ Estes irão para o suplício eterno, e os justos, para a vida eterna.»

(Mateus 25,31-46)

As representações muito dramáticas do Renascimento, tal como os tímpanos das grandes igrejas românicas, influenciam fortemente a concepção que podemos fazer do juízo final, com Cristo como juiz, segurando numa balança para pesar as boas e as más acções dos seres humanos.

Se este texto retoma a ideia tradicional da recompensa das acções e do estabelecimento de uma nova ordem, mais justa, indica também que não se trata em primeiro lugar de uma questão de mérito quantificável. Tanto as pessoas que estão à direita como as que estão à esquerda ficam surpreendidas com aquilo que lhes é anunciado e partilhado. A entrada na comunhão com Cristo é, em primeiro lugar, a consequência de uma bênção recebida do Pai, cujas boas acções são o sinal. As pessoas à direita de Cristo dão a impressão de ter agido quase espontaneamente perante o apelo urgente que constituía para eles o ser humano a precisar de ajuda.

Já no Antigo Testamento se constata que Deus recompensa os benefícios dados aos pobres (Provérbios 19,17) ou que se identifica com o seu povo (Zacarias 2,12). Mas, aqui, a identificação é mais universal e mais total: «nos seus irmãos mais pequeninos», é o próprio Cristo como juiz que está presente. As marcas de Cristo deixam-se agora discernir no rosto de cada homem, mulher ou criança que sofre. O sofrimento humano não é menos real, nem menos pesado para cada um, mas encontra-se transfigurado.

Aliviar o sofrimento dos outros e receber em herança a vida eterna é o verdadeiro destino do homem. É «o Reino que vos está preparado», diz Cristo àqueles que se encontram à sua direita. Os outros, fechados numa atitude de rejeição, são levados àquilo que não lhes estava destinado, onde tudo o que pensam ter acumulado vai partir em fumo. É pela atenção aos nossos irmãos que sofrem que atingimos o nosso verdadeiro fim, a vida eterna que nos foi preparada «desde a criação do mundo».

À minha volta, quem são os «irmãos mais pequeninos» de Cristo?

O que posso fazer para ir ao seu encontro?

O que descubro sobre Deus ao encontrar aqueles que sofrem?


Beijos as meninas.
Abraços ao meninos.
E que Deus e Maria esteja sempre convosco.
Em breve eu volto, pode ser!!!!
Aquele abraço e boas pedaladas, alexjudoka_gmr.
Xau ai.
Até já, sempre JOb